“Este momento assinala uma etapa determinante para a expansão da conectividade digital em Portugal e cria as condições necessárias para que o Programa Regional Alentejo 2030 avance para o lançamento do convite dirigido aos operadores de banda larga selecionados”, realçou.
No caso do programa Alentejo 2030, segundo a CCDR, está prevista uma dotação de 22,4 milhões de euros, cofinanciada pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).
O montante destina-se “a apoiar investimentos que contribuam para reforçar a conectividade digital e garantir o acesso a redes de Internet de elevada capacidade, com especial incidência nas zonas do interior e de baixa densidade populacional”, adiantou.
No comunicado, a CCDR admitiu que, “apesar dos progressos registados nos últimos anos, persistem ainda áreas onde o acesso a serviços digitais é limitado, condicionando o desenvolvimento económico, a competitividade das empresas e a qualidade de vida”.
“Este investimento permitirá ultrapassar essas limitações, aproximando o Alentejo dos territórios mais desenvolvidos e contribuindo para um país mais homogéneo e territorialmente mais coeso”, sublinhou.
O organismo salientou que este reforço é também “essencial para melhorar serviços fundamentais”, nas áreas da saúde, educação, proteção civil e apoio social, assegurando respostas mais eficazes e acessíveis para a população de zonas mais isoladas.
Com esta intervenção, a CCDR do Alentejo referiu que se pretende levar Internet de alta velocidade a mais habitações, sobretudo nas zonas menos povoadas, e garantir infraestruturas digitais modernas, resilientes, seguras e eficientes.
A promoção de uma cobertura territorial mais equilibrada, o reforço da competitividade das empresas e atratividade dos territórios e a garantia de que, até 2030, todas as famílias tenham acesso a Internet de alta velocidade são também objetivos.
“Para alcançar estes objetivos, serão apoiadas intervenções de instalação e desenvolvimento de redes de banda larga fixa e móvel, especialmente em territórios onde a iniciativa privada não assegura atualmente uma cobertura adequada”, salientou.
De acordo com a CCDR, com a assinatura destes contratos, o Alentejo 2030 está agora em condições de “avançar para a abertura do respetivo convite aos operadores de banda larga selecionados, dando início à operacionalização desta medida”.
“Com este investimento, o Alentejo reforça a sua aposta na transformação digital, na competitividade e na coesão territorial, criando melhores condições para viver, trabalhar, empreender e investir na região”, acrescentou.
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