A APROSERPA identifica "cinco ameaças existenciais que os Eurodeputados portugueses não podem ignorar no momento do voto no Parlamento Europeu, com destaque para a análise técnica detalhada da destruição do setor pecuário e o bloqueio do mercado de cereais". São eles "o ataque triplo à pecuária (análise aprofundada)", "o fim dos cereais de sequeiro", "o risco de incêndio: o Alentejo como barril de pólvora", "a mentira das salvaguardas: o fantasma do arroz" e, por último, "a hipocrisia sanitária e falta de segurança alimentar".
Num extenso texto, onde expõe todas as suas preocupações com o Acordo UE-MERCOSUL, a direção da APROSERPA exige responsabilidade política. "Os Eurodeputados têm a obrigação de defender o território nacional e a segurança alimentar dos europeus no Parlamento".
A APROSERPA acrescenta a pergunta: "Os eleitos por Portugal vão alinhar com os interesses da indústria automóvel alemã e aprovar este acordo, ou vão usar o seu voto para travar esta concorrência desleal?". E termina o comunicado com a afirmação: "O silêncio dos nossos representantes em Bruxelas será uma cumplicidade com o fim do Mundo Rural".
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