A Associação afirma que "o apoio destina-se apenas ao Douro, ignorando regiões igualmente afetadas. O Alentejo, responsável por cerca de 16 % da produção nacional de vinho, enfrenta os mesmos problemas de retração do consumo, inflação e aumento dos custos de produção, todavia não beneficia de medidas equivalentes".
Defende, esta associação, que "o setor vitivinícola do Alentejo é um pilar económico, garante emprego em territórios de baixa densidade e é essencial à fixação da população. Ao ser excluído destas medidas, o Alentejo é duplamente penalizado: suporta os mesmos problemas de mercado, mas sem qualquer compensação pública".
Posto isto, a APROVESA exige, à tutela, que "esclareça quais as medidas previstas para as demais regiões vitivinícolas nacionais e qual o respetivo “envelope financeiro”, sob pena de reforçar a perceção de discriminação e injustiça". E acrescenta que "o Alentejo exige igualdade de tratamento e a extensão de medidas equivalentes a todas as regiões vitivinícolas nacionais, aplicando critérios claros de proporcionalidade e justiça territorial."
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