«Depois das candidaturas entregues – Baixo Alentejo, Algarve e ilha do Pico -, caberá às 146 câmaras municipais portuguesas escolherem qual das três candidaturas é que vai ser a eleita, o que acontecerá no dia 30 de abril, no Alandroal, onde decorre a ‘Cidade do Vinho Nacional’.
Para o presidente da ERT do Alentejo e Ribatejo, “são três candidaturas fortes, tendo em conta as outras duas regiões, que nos merecem o maior respeito e consideração”, mas obviamente, José Santos defende a sua ‘dama’, o Baixo Alentejo, “uma região que, por todo o seu historial à volta dos vinhos, e, fundamentalmente, pela sua história, pela sua cultura, pelos seus habitantes, por toda a dimensão económica e social que hoje o vinho tem naquele território”, por todo o trabalho realizado “quer de produção do dossiê de candidatura, quer de promoção, e dinamização merece ser eleita”.
Sobre a candidatura do Baixo Alentejo, José Santos acentuou que “estamos muito satisfeitos com o trabalho que realizámos”, explicando que “estamos aqui para vos dar conta do nosso sentimento de dever cumprido, de satisfação, e no dia 30, lá estaremos para ouvir o veredicto dos 146 presidentes de Câmara”.
António Bota presidente da CIMBAL afirma que “chegou a hora de ser o Baixo Alentejo”
Por seu turno, António Bota, presidente do Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL), começou por afirmar que “chegou a hora de ser o Baixo Alentejo” a Cidade Europeia do Vinho “não porque nós queremos, mas porque nós merecemos, porque, de facto, se o Algarve tem o sol e mar, se o Algarve tem características que dão uma qualidade excecional aos produtos que têm, se os Açores também têm algumas qualidades que todos nós reconhecemos no turismo, o Baixo Alentejo não fica atrás destas soluções”», avança a mesma publicação.
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