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Projeto de Arte Participativa "Capitães da Esperança" atua em dois bairros de Beja

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Projeto de Arte Participativa "Capitães da Esperança" atua em dois bairros de Beja

Foto: Freepik

“Capitães da Esperança” é o nome da iniciativa que está a ser desenvolvida pela Associação Ressurrectos, em parceria com o Centro Social, Cultural e Recreativo do Bairro da Esperança. É um projeto de arte participativa que tem como objetivo atuar, em simultâneo, nos bairros das Pedreiras e Esperança, em Beja.

«Numa primeira fase, pretende-se envolver crianças e jovens em diversas oficinas de criação artística de curta duração, em que o resultado de cada uma é a base para a oficina seguinte. Neste projeto participam artistas e criadores locais, nomeadamente Margarida Santos, João Maia, Filipe Nunes Branco, Cristina Matos e Ana Ademar, sendo que a primeira oficina vai começar ainda neste mês de janeiro e conta com a presença da contadora de histórias e mediador de leitura, Cristina Taquelim.

A ideia é que “Capitães que Contam Histórias” resulte na criação da história que sirva de mote de todas as outras oficinas: produção musical, escrita de canções, vídeo, radionovela, street art e do espetáculo final.

Este projeto quer também aproximar as crianças e jovens envolvidas ao centro da cidade de Beja, em especial dos equipamentos culturais e da programação que estes têm para oferecer, assim como, dar algumas pistas para possíveis percursos profissionais.

O projeto é financiado pelo Artes e Periferias, um apoio resultante da parceria entre a Direção Geral das Artes e AIMA», é explicado na nota de imprensa que chegou à redação da Voz da Planície.

“Capitães da Esperança” é um projeto de arte participativa que vai acontecer simultaneamente nos Bairros das Pedreiras e Esperança.

Numa primeira fase, vai envolver crianças e jovens em diversas oficinas de criação artística de curta duração, em que o resultado de cada uma é a base para a oficina seguinte. Contamos com a presença de artistas e criadores locais (Margarida Santos, João Maia, Filipe Nunes Branco, Cristina Matos e Ana Ademar), sendo que a primeira oficina terá início ainda em Janeiro e contará com o saber e criatividade da contadora de histórias e mediador de leitura, Cristina Taquelim. Chama-se “Capitães que Contam Histórias” e resultará na criação da história que será o mote de todas as outras oficinas: produção musical, escrita de canções, vídeo, radionovela, street art e do espectáculo final.

Paralelamente, o Capitães quer aproximar estas crianças e jovens ao centro da cidade de Beja, em especial dos equipamentos culturais e da programação que estes têm para oferecer. Assim como fornecer pistas para possíveis percursos profissionais.

O projeto é financiado pelo Artes e Periferias, um apoio resultante da parceria entre a Direção Geral das Artes e AIMA.

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