A operação combina apoio médico, com dezenas de ambulâncias mobilizadas em articulação com o INEM, e apoio logístico, com a disponibilização de geradores de energia para Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas e corpos de bombeiros, comunicações por satélite (Starlink) e equipas especializadas, incluindo a projeção da viatura de comunicações da CVP para reforço do apoio nas zonas mais afetadas.
Paralelamente, a CVP iniciou uma avaliação aprofundada das necessidades das comunidades mais impactadas, com foco nos meios de subsistência e nas necessidades básicas de sobrevivência.
Gonçalo Orfão, Coordenador Nacional de Emergência da CVP, refere que “desde o primeiro momento que a Cruz Vermelha Portuguesa ativou a sua resposta, reforçando meios humanos, médicos e logísticos nas zonas mais afetadas. As dificuldades de acesso e a extensão dos danos exigem uma resposta contínua e coordenada, sempre com o foco nas pessoas e nas comunidades mais vulneráveis. Continuamos no terreno, a adaptar a nossa intervenção às necessidades reais que vão sendo identificadas.”
A CVP está também a preparar o envio de apoio para Moçambique, prestando assistência às comunidades afetadas pelas fortes chuvas e inundações que têm provocado graves danos e deslocação de populações neste país.
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