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CTT: Luta contra a gestão privada chega às capitais alentejanas

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CTT: Luta contra a gestão privada chega às capitais alentejanas

O sindicato dos trabalhadores dos correios têm vindo a percorrer, com várias ações, as capitais de distrito e regiões autónomas. Hoje chegam a Beja e Évora e reconhecem que “há que dar a volta nos CTT”.

“A gestão privada dos CTT tem que repor a prestação de um Serviço Público Postal de qualidade, vergonhosamente degradado após a sua privatização”, defende anunciam em comunicado, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Correios e Telecomunicações (SNTCT).

No documento frisam que apesar de o primeiro-ministro António Costa e o Governo PS se terem recusado a renacionalizar os CTT, desautorizando a ANACOM através da atribuição, “de mão-beijada, aos acionistas dos CTT, de um contrato de prestação do Serviço Postal Universal leonino”, “o decréscimo na qualidade do serviço prestado está à vista de todos”.

Destacam também as sucessivas multas, aplicadas pela ANACOM, “por incumprimento dos padrões mínimos de qualidade”. O Sindicato afirma que faltam, neste momento, mais de 750 carteiros e 250 técnicos nos balcões de atendimento.

Para o SNTCT, os salários baixos, contratos a termo e más condições de trabalho, não atraem os jovens trabalhadores.

Nesta quinta-feira, o Sindicato promove duas iniciativas: na Praça do Giraldo, Évora, entre as 10h30 e as 12h00 e nas Portas de Mértola, em Beja, entre as 16h00 e as 17h30. Já foram promovidas ações em Leiria, Santarém e Portalegre.


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