Promovendo a participação ativa e crítica dos jovens na construção de uma Internet mais segura, através do debate de questões como o bem-estar digital, a segurança, a pegada digital saudável, as interações online, a influência no crescimento das crianças e jovens e o papel dos adultos na intermediação entre os mais novos e os ecrãs, assim como o seu impacto nas oportunidades e desafios no mundo digital, o projeto “Net Viva e Segura” já realizou mais de 50 conferências e workshops desde 2017, contando com a participação de mais de 10.000 alunos e o envolvimento da comunidade escolar e educativa.
Atualmente “se consegue criar modelos de inteligência artificial no quintal” através de open source, Bernardo Caldas defendeu o papel da tecnologia a resolver problemas da tecnologia como, por exemplo, o cyberbullying.
Para Hélder Bastos, inspetor da Polícia Judiciária, o controlo parental é cada vez mais necessário, assim como a literacia exigida pelo AI Act (artigo 4º) que, em sua opinião, devia ser obrigatória. Lembrando que toda a exposição traz riscos e que a informação postada nas redes sociais tem outras consequências, o inspetor defendeu que, tal como se educa as crianças e jovens a não abrir a porta a estranhos, deve-se também educar a “não abrir a porta digital a estranhos”.
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