"30,8% dos inquiridos preveem compras inferiores a 200 euros. 21,6% dos inquiridos anteveem gastos entre 201 e 400 euros. O barómetro revela também que o regresso à rotina em setembro não é a realidade para 21,5% dos inquiridos, pois referiram não estar nesta situação.
Relativamente ao meio de pagamento, 2 em cada 10 inquiridos escolhem o crédito como opção para pagar os gastos nesta época (sem juros 8%; com juros 1,1%). Por outro lado, 8 em cada 10 opta pelo pagamento a pronto.
A pressão financeira típica desta altura do ano, revela que apenas 2% dos inquiridos estimam despesas superiores a 1.200 euros. O recurso ao crédito poderá ser uma alternativa, para que mais pessoas possam fazer face aos gastos com este intervalo de valores.
Em Portugal, julho e agosto são meses preferenciais para férias, contudo, setembro é cada vez mais uma opção para usufruir de dias de descanso. Questionados sobre o planeamento dos gastos nas férias no verão, verifica-se uma divisão entre os valores previstos.
2 em cada 10 inquiridos responderam gastar mais de 1.200 euros. 3 em cada 10 apontam para despesas inferiores, entre os 201 e os 600 euros. Há ainda 11,8% que afirma não ter despesas com as férias de verão.
Relativamente ao modo de pagamento, 78,6% afirmam ser a pronto; e a modalidade de crédito sem juros surge logo em segundo lugar nas preferências (9,4%); seguida do pagamento parcelado e BNPL - Buy Now, Pay Later (4,7%).
Quase 5% dos inquiridos admitem que não planeiam com antecedência os gastos com as férias de verão.
Os dados do Barómetro permitem aferir que o financiamento poderá ser uma ferramenta de gestão orçamental de apoio às famílias, em situações pontuais ao longo do ano", é revelado no mesmo documento.
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