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Cultura

Documentário "crítico e poético" sobre latifúndio no Alentejo estreia-se em Odemira

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Documentário "crítico e poético" sobre latifúndio no Alentejo estreia-se em Odemira

Foto: CM Odemira

O documentário “O Tempo Cura?” estreia-se, nesta sexta-feira, dia 10, em Odemira, apresentando “um olhar crítico e poético” sobre o latifúndio no Alentejo e evocando “a memória coletiva e a resistência da criação artística em meios rurais”.

Realizado por Pedro FM da Silva, o documentário foi concebido no âmbito do projeto comunitário com o mesmo título, dinamizado na freguesia de São Luís, em Odemira, pela Fundação O Cerro – Cultura e Ensino.

O projeto contou com a parceria com diversas entidades locais e foi financiado pelo programa PARTIS & Art for Change, das fundações Calouste Gulbenkian e BPI “La Caixa”.

Coordenado por Maria de Vasconcelos, o projeto juntou, ao longo dos últimos meses, os membros do Grupo de Teatro Comunitário de São Luís, os residentes da Casa do Povo local e os jovens da freguesia, “num confronto entre gerações onde emergem tanto mágoas antigas como afetos intemporais”, explicou a fundação, em comunicado enviado à agência Lusa.

Deste trabalho resultou um espetáculo de teatro “imersivo” apresentado, em julho, num processo criativo acompanhado pela câmara de Pedro FM da Silva.

“Entrevistas, memórias e partilhas revelam não só as marcas profundas das desigualdades do passado, mas também os desafios que ainda hoje se colocam a um território fértil e, ao mesmo tempo, marcado pela aridez de oportunidades”, lê-se no comunicado.

De acordo com a fundação, “mais do que um registo documental, ‘O Tempo Cura?’ é um olhar crítico e poético sobre o latifúndio no Alentejo, evocando a memória coletiva e a resistência da criação artística em meios rurais”.

A estreia do documentário está agendada para as 21:00 desta sexta-feira, no cineteatro Camacho Costa, em Odemira.

O filme será depois apresentado em várias localidades do concelho de Odemira, além de ficar disponível gratuitamente na rede social Youtube.

O documentário foi realizado por Pedro FM da Silva, um dos fundadores do movimento de ‘slam poetry’ em Portugal.

Formado em Cinema, Televisão e Multimédia pela Universidade Lusófona, o realizador integrou, em 2024, a equipa do filme “As Meninas Exemplares”, de João Botelho, e atualmente, desenvolve a curta-metragem “Entre Paredes”, em parceria com a produtora Maria & Meyer, projeto apoiado pela Fundação GDA.


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