De acordo com a nota de imprensa sobre a exposição, "as aves de rapina ocupam o topo da cadeia alimentar e desempenham um papel essencial no equilíbrio dos ecossistemas e no controlo fitossanitário dos campos e zonas urbanas. A exposição destaca igualmente as ameaças que muitas destas espécies enfrentam atualmente, como a perda de habitat, a escassez de alimento, a eletrocussão em linhas elétricas, o envenenamento e a perseguição humana, lembrando a importância dos projetos de conservação desenvolvidos nas últimas décadas".
"Entre as espécies retratadas encontram-se aves emblemáticas como a águia-real, o abutre-do-egipto, a águia-imperial-ibérica, o falcão-peregrino, o bufo-real ou a coruja-das-torres, acompanhadas de informação sobre habitat, alimentação, abundância e estatuto de conservação", acrescenta também a nota.
Quanto ao autor, José Freitas é "natural de Montalegre e residente em Santarém, dedica-se desde 2012 à fotografia de natureza, sobretudo da avifauna, tendo já fotografado mais de trezentas espécies de aves em Portugal. Autor dos livros “Aves no Ribatejo” e “Aves no Ribatejo e Alentejo”, é reconhecido pelo trabalho de divulgação e sensibilização ambiental que desenvolve através da fotografia e de diversas exposições realizadas em todo o país".
A autarquia salienta que no âmbito desta inauguração, vai decorrer amanhã à noite uma caminhada para "observação de aves noturnas, com concentração às 21h00, no Fórum Cultural de Almodôvar, proporcionando aos participantes uma experiência de contacto direto com a natureza e a biodiversidade local".
Esta é uma iniciativa integrada na programação cultural promovida pela Câmara Municipal de Almodôvar, com vista a reforçar "a aposta na dinamização cultural e na aproximação da comunidade à arte, à ciência, à natureza e ao património ambiental".
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