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Cultura

Exposição “Have Failed to Release" para ver na Casa da Cultura de Beja

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Exposição “Have Failed to Release" para ver na Casa da Cultura de Beja

Foto: CM Beja

Exposição “Have Failed to Release", de Filipa Figueiredo, fica patente ao público a partir desta sexta-feira, dia 17, na Casa da Cultura de Beja, e pode ser visitada até 15 de fevereiro, de segunda a sexta-feira, das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 20h00, bem como ao sábado, das 14h00 às 20h00.

"Filipa Figueiredo nasceu em Lisboa e vive no Porto. Os seus trabalhos aludem a atmosferas de paisagens e impressões de lugares, tentando capturar e remeter ao silêncio e todas as suas conotações. Em todos eles incluem conceitos como amplitude, observação e repetição da pausa. As suas séries de pinturas são desenvolvidas utilizando pigmentos minerais naturais feitos por si e trazidos dos mais diversos lugares do mundo. Expõe individualmente desde 2006 e desde então expôs em diversos locais, dentro e fora de Portugal. Neste último ano, em Berlim, na Bélgica e na Suécia. Apresentou a exposição individual "Flat Delusions", na Igreja de São Vicente, em Évora e "From Rock To Dust", na Casa da Cultura de Paredes. No ano corrente está a participar na Bienal Intercontinental, que se desenrola na Argentina, no Brasil, no Panamá e em Porto Rico) e na Bienal do Peru, em Lima. No início do próximo ano irá fazer parte de exposições na Coreia do Sul, na Suécia e também em Portugal.

Nesta exposição, depois das atmosferas planas e indefinidas de "Flat Delusions" regresso às composições rochosas e objetivas com a série "Have Failed to Release", que dá nome a esta exposição. "Have Failed To Release" aponta para a dificuldade de delibertação de padrões e coisas do sentir em nós mesmos. Nem sempre a decisão tomada é a nossa decisão. Assim, esta série retrata questões como o desapego, a compreensão de que, nem sempre somos da nossa opinião. Por vezes o corpo segue numa direção e a mente (onde supostamente encontramos a inteligência, o espírito, a razão, a imaginação) tem a sua própria ideologia. Todos os meus trabalhos aludem a atmosferas de paisagens e impressões de lugares, tentando capturar e remeter ao silêncio e todas as suas conotações. Em todos eles incluem conceitos como amplitude, observação e repetição da pausa. Todas as séries de pinturas são desenvolvidas utilizando pigmentos minerais naturais feitos por mim e trazidos dos mais diversos lugares do mundo", avança a organização sobre a artista e exposição que pode ver agora na Casa da Cultura de Beja.


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