Estruturada a partir da metáfora da matassa — feixe de fios entrelaçados —, a exposição propõe uma experiência não linear: o visitante percorre caminhos fragmentários e descobre conexões entre práticas, temporalidades e contextos distintos. Mais do que objetos finais, as obras revelam camadas de decisão, gesto e transformação, evidenciando o têxtil como campo crítico para pensar relações e formas de reinventar o presente.
A exposição Matassa estará patente de 31 de janeiro a 4 de abril de 2026, de terça a sábado, das 10h às 13h e das 15h às 19h, no Centro de Arqueologia e Artes de Beja, na Praça da República.
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