É nesta relação com a Luz e com a transformação do território provocada por Alqueva, que a exposição ganha uma dimensão particularmente próxima do Museu. Entre o que ficou submerso, o que foi construído e reconstruído e o que permanece, Patrícia Magalhães olha para a pedra como matéria que guarda marcas do tempo e das mudanças dos lugares.
A exposição percorre diferentes momentos da transformação da pedra, desde a sua condição enquanto matéria até à sua presença nos espaços que habitamos. A memória e o esquecimento, a permanência e a mudança cruzam-se numa reflexão sobre aquilo que o tempo transforma e aquilo que deixa para trás.
O título “(tudo uma) PEDRA DE TEMPO” funciona como uma primeira pista para esta abordagem, num jogo de palavras que aproxima a pedra e o tempo e convida a olhar para a matéria como testemunho das transformações da paisagem e da vida humana.
A exposição “(tudo uma) PEDRA DE TEMPO” pode ser visitada a partir de amanhã, dia 2 de outubro, e até ao dia 10 de janeiro de 2027, de terça-feira a domingo, das 9h30 às 13h00 e das 14h30 às 17h30.
O Museu da Luz integra a Rede Portuguesa de Museus e é gerido pela EDIA.
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