No plano político, José Luís Carneiro criticou a orientação seguida pelo executivo da AD, contrapondo que "o futuro da economia portuguesa exige um investimento consistente na qualificação e não a imposição de reformas laborais que penalizam quem trabalha".
“O objetivo é um e é claro: nós, para termos um país mais produtivo, mais competitivo na sua economia, temos necessidade de apostar na formação e na qualificação, bem como na reconversão profissional, e não, contrariamente àquilo que está a fazer o Governo, na desqualificação das leis laborais e na retirada de direitos laborais aos trabalhadores”, enfatizou o Secretário-Geral do Partido Socialista.
José Luís Carneiro destacou que "a iniciativa agora lançada pelo PS assume também como prioridade dar resposta a um dos desafios mais exigentes da sociedade portuguesa: o elevado número de jovens que permanecem fora do sistema de ensino e do mercado de trabalho".
“O meu dia é dedicado a valorizar as oportunidades de vida de 140 mil jovens que aguardam por oportunidades no seu país”, assinalou, alertando que tal situação constitui “um drama para esses jovens, para as suas famílias, para a democracia e para o Estado de direito, que não consegue responder a 140 mil jovens”, reforça José Luís Carneiro.
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