Voltar

Agricultura

Manuel Norte Santo preside ao Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo

Agricultura

Manuel Norte Santo preside ao Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo

Foto: Pixabay

Manuel Norte Santo é o novo presidente do Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo (CEPAAL) para o triénio 2025-2027, sucedendo no cargo a Gonçalo Morais Tristão, anunciou a instituição.

Em comunicado, o CEPAAL explicou que, além de Manuel Norte Santo, diretor comercial da SICA – Sociedade Industrial e Comercial de Azeites, foi eleito como vice-presidente Hélder Manuel Sousa Transmontano, da Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos, C.R.L, bem como três vogais efetivos e dois vogais suplentes.

De acordo com a organização, sediada em Moura, no distrito de Beja, a nova direção “reafirma o compromisso de dar continuidade ao trabalho já desenvolvido, reforçando a valorização e promoção do setor olivícola e oleícola nacional, com especial destaque para o Azeite do Alentejo”.

Esta região é “responsável por 80% a 90% da produção nacional” e “lidera na produção de azeite virgem extra graças aos seus mais de 66 mil hectares de olival intensivo em sebe - que permite mais de 1.500 oliveiras por hectare -, dos quais mais de 50 mil foram plantados apenas na última década”, destacou o CEPAAL, aludindo a dados de 2024 do Instituto Nacional de Estatística (INE).

“Sustentada por plantações modernas e condições climáticas favoráveis, a produção de azeite no Alentejo assume um papel central na economia nacional, em particular pelo peso crescente das exportações, cujo valor já ultrapassa os 1,5 mil milhões de euros”, sublinhou.

O novo presidente, citado no comunicado, manifestou empenho em projetar o CEPAAL e o Azeite do Alentejo “para o futuro, dinamizando o setor, promovendo o debate e a partilha de conhecimento entre profissionais”.

“Vivemos um tempo de enormes desafios marcados por contextos geopolíticos instáveis, conflitos com repercussões globais e pela incerteza económica e política”, alertou.

Mas, ao mesmo tempo, segundo Manuel Norte Santo, este é um período de “extraordinárias oportunidades, sobretudo fruto da notável evolução que o setor oleícola português tem feito e da capacidade que as empresas e os produtores nacionais têm tido de se projetar em todo o mundo”.

“Temos agora a responsabilidade, enquanto setor e enquanto país, de definir mais e melhores estratégias, de reforçar a aposta no investimento em promoção e inovação, de criar uma marca única para agregar e potenciar a visibilidade do azeite português”, propôs.

Entre outras matérias, a instituição disse estar atenta à necessidade de proteger as variedades de azeitona únicas e os conhecimentos ancestrais do território, “projetando-os no futuro e garantindo o seu desenvolvimento sustentável e inovador”.

Aludindo à “pressão das tarifas comerciais internacionais” e ao atual “contexto particularmente desafiante para o setor”, Manuel Norte Santo vincou que Portugal é “internacionalmente reconhecido como o país que maior quantidade de azeite de alta qualidade produz em todo o mundo” e “afirma-se como o sexto maior produtor mundial e o terceiro maior exportador europeu de azeite”.

O CEPAAL, fundado em 1999, com a missão de valorizar e promover o Azeite do Alentejo em Portugal e no resto do mundo, conta com 32 produtores e 12 instituições ligadas ao setor olivícola e oleícola, incluindo como associados organismos do Estado, municípios e universidades.


PUB
PUB
PUB

18.ª Gala de Mérito Escolar do Crédito Agrícola Mútuo do Alentejo Sul

Música

Vencedores dos Grammy anunciados hoje com dois portugueses nomeados

Acabou de tocar...

BEJA meteorologia
Top
Este site usa cookies para melhorar a sua experiência. Ao continuar a navegar estará a aceitar a sua utilização.