No final do percurso expositivo, um poema do poeta e figura emblemática do Al Andaluz Al-Mu’tamid, em caracteres árabes projetados nas janelas da galeria, estabelece um diálogo entre a arte, a cidade e a sua memória, num gesto de evocação cósmica.
Manuel Seita, natural de Vila Verde de Ficalho e residente em Almodôvar, dedica-se às artes plásticas desde 1990, com um percurso marcado pela cerâmica contemporânea. Tem participado em várias exposições e residências internacionais, destacando-se a presença no International Ceramics Studio (Hungria, 2023) e no XXIV Kohila Symposium (Estónia, 2024).
Cosmic Debris estará patente de 16 de agosto a 16 de outubro de 2025, e pode ser visitada de terça-feira a sábado, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30, na Galeria Municipal de Arte Contemporânea de Serpa.
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