"Não tem de ser assim, com a política que o PCP defende e propõe é possível melhorar o SNS e garantir o direito à saúde para todos", sublinha a nota do partido comunista.
No distrito de Beja, segundo o PCP, o acesso aos cuidados de saúde "permanece como um dos principais eixos de combate às profundas desigualdades sociais e territoriais que afectam a região". O território tem sido "fortemente penalizado pelo envelhecimento demográfico, pela dispersão geográfica e pelas assimetrias na mobilidade", bem como pelas "insuficiências estruturais do SNS" que "adquirem contornos críticos, desprotegendo as populações mais vulneráveis".
"Perante este cenário, o PCP rejeita soluções temporárias, paliativas ou a imposição de limites nos horários de funcionamento dos centros de saúde". O partido exige, por isso, "um reforço de verbas no Orçamento de Estado que permita dotar o SNS de condições humanas e materiais, contesta veementemente as opções políticas que canalizam recursos do erário público para subsidiar o sector privado e social com o pretexto de reduzir listas de espera, desviando fundos estratégicos que deveriam ser aplicados na valorização das carreiras, na contratação de profissionais e na criação de condições de fixação no interior do país". O PCP volta a reforçar a mensagem de que "a saúde não pode, de forma alguma, depender do código postal ou da capacidade financeira dos cidadãos".
Em Beja, a sessão pública e a ação de contato "com trabalhadores e utentes do Centro de Saúde de Beja", será às 7h30, "junto ao edifício da Segurança Social, com a participação de Fátima Estanque, membro do secretariado da DORBE do PCP".
Em Aljustrel, terá início às 7h45, "com trabalhadores e utentes do Centro de Saúde de Aljustrel" e em Serpa, a partir das 8h00, "com os trabalhadores e utentes do Hospital de São Paulo".
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