Marcelo Rebelo de Sousa diz que deve ser debatida, futuramente, a possibilidade de criação deste fundo de calamidade, para se estabelecerem as suas aplicações e o seu valor.
O chefe de Estado salientou que a situação dos que não têm seguro é preocupante e referiu que "num problema imediato é como dar a esses estabelecimentos condições de desafogo financeiro para poderem voltar a trabalhar".
O PR questionou até onde poderá intervir o Estado, sabendo que Portugal não dispõe de um fundo para calamidades. Como exemplo citou os casos de Espanha e França onde existem estes mecanismos, mas servem "para fazer face a situações de maior envergadura", "que exigem um investimento extraordinário que os orçamentos do Estado não podem cobrir".
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