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Ambiente

Presidente da Câmara de Moura reclama revisão do plano de ordenamento do Alqueva

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Presidente da Câmara de Moura reclama revisão do plano de ordenamento do Alqueva

Foto: EDIA

O presidente da Câmara de Moura (Beja) reclamou hoje a revisão do Plano de Ordenamento das Albufeiras de Alqueva e Pedrógão (POAAP), que devia ter arrancado “desde 2017”, porque o atual impede investimentos necessários no território.

A revisão do POAAP “é muito importante para o que vem a seguir”, reclamou Álvaro Azedo, presidente de um dos municípios da área de influência do Alqueva.

O autarca, que falava após a inauguração da Estação Náutica Moura-Alqueva, num investimento de quase 2,2 milhões de euros, lembrou que a revisão deste instrumento de ordenamento das albufeiras de Alqueva e Pedrógão tem vindo a ser reclamada, há vários anos, pelos municípios.

Como exemplo da necessidade de rever o POAAP, Álvaro Azedo apontou a nova estação náutica, projeto coordenado pela câmara e implementado em parceria com a Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA).

A valência é composta por uma plataforma central de lazer, uma praia fluvial e um parque para autocaravanas, estando previstos, futuramente, novos investimentos, mas não houve “vida fácil para chegar até aqui”, de acordo com o autarca.

O centro náutico e a escola náutica ainda não foram feitos porque a Câmara de Moura não tem “nem mais um centímetro quadrado de área útil de construção”, portanto, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) “tem que andar rápido” com a revisão do POAAP.


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