«A pesada fatura belicista da UE irá, inevitavelmente, ser paga pelos consumidores europeus.
Outra e má novidade será a integração dos fundos da Política Agrícola Comum (PAC) num fundo único, que apenas tem como objetivo tentar mascarar os cortes. Com esta opção, a Comissão Europeia dilui, numa abordagem geral, os apoios ao sector, ao mesmo tempo que mantém as restritivas regras da PAC que os agricultores têm de cumprir para exercer a sua atividade, ou seja, mantêm‐se as obrigações, mas corta‐se nos apoios.
Não é o fim da PAC, mas sim o fim dos apoios da PAC e neste contexto, a CNA promete continuar a lutar pelos mesmos junto das instituições europeias e do Governo português», é referido no documento enviado à nossa redação.
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