Para o SEP, o ACT em causa "representa um retrocesso" e "impede a progressão dos enfermeiros, retira o tempo para a passagem de turno como tempo efetivo de trabalho, extingue a jornada contínua como regime regra da organização do trabalho, impõe os regimes de Banco de Horas, Adaptabilidade e Horário Concentrado, prolongando o horário diário de trabalho em mais 4 e 5 horas e o horário semanal até às 60 horas, sem que seja considerado trabalho extraordinário".
O Ministério de Ana Paula Martins pretende ainda extinguir "o pagamento das horas penosas e trabalho extraordinário nos termos do Decreto de Lei nº 62/79 e remover, por completo, o direito ao pagamento do regime de prevenção".
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