O SPZS diz em nota que "o pacote laboral apresentado pelo Governo, através do anteprojeto "Trabalho XXI", representa um enorme ataque aos direitos de todos os trabalhadores e ao direito e liberdade sindical".
E acrescenta também que "quanto à Reforma do Estado, o Governo decidiu iniciá-la pelo setor da Educação, através da revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD)".
Afirmando a sua oposição ao pacote laboral, o SPZS/Fenprof reitera que "defenderá na negociação do ECD, uma alternativa clara, que passa pela valorização da docência como profissão, da escola como espaço pedagógico e da educação como bem público, bem como, a valorização de todos os educadores, professores e investigadores".
E termina referindo que "num contexto de falta de professores, que se agrava no presente ano letivo, o SPZS/Fenprof entende que é urgente valorizar com medidas efetivas, o ECD e criar condições que tornem a profissão docente verdadeiramente atrativa".
Para apresentar e discutir os temas destas jornadas, Manuel Nobre (Presidente do SPZS), Sebastião Santana (Coordenador da Frente Comum de Sindicatos da AP) e Tiago Oliveira (Secretário-Geral da CGTP-IN), serão os oradores.
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