O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (SINTAP) convocou uma greve de 48 horas, que começa à meia-noite desta sexta-feira, dia 28, para se prolongar até à meia-noite de sábado, dia 29 de março, na Resialentejo, concelho de Beja.
Polícias da PSP e militares da GNR de todo o País são esperados hoje em Lisboa numa manifestação por melhores condições salariais, exigindo um suplemento idêntico ao atribuído à Polícia Judiciária (PJ). A manifestação começa às 17h30 entre o Largo do Carmo e a Assembleia da República e tem como objetivo ter maior visibilidade, numa ação organizada por uma plataforma dos sindicatos da Polícia e associações da Guarda. De Beja saem, às 13h00, dois autocarros rumo a Lisboa.
A Federação Nacional dos Médicos (Fnam) decidiu manter a greve marcada para a próxima semana, por considerar que a proposta do Ministério da Saúde tem de garantir igualdade para todos os médicos em termos salariais e de condições de trabalho.
João Madeira tem dois mil e 500 animais numa propriedade em Mértola, atualmente com pouca comida e água, e as forragens, quando existem, triplicaram de preço. A falta de alimentos é o pesadelo deste verão dos agricultores do distrito de Beja, nos concelhos onde o regadio do Alqueva não chega.
O ministro da Administração Interna garantiu que os polícias vão ter “ganhos reais em todos os escalões e níveis remuneratórios mesmo depois dos descontos para o IRS” e prometeu rever os suplementos da GNR e PSP em 2023.
As vendas de borrego criado no Alentejo, nesta Páscoa, aumentaram face ao ano passado, muito graças à exportação, mas há produtores que se queixam do aumento dos custos de produção, devido à guerra e à seca.
No seguimento do recente comunicado do IPMA relativamente à seca em Portugal, que classifica de “situação complexa”, a Federação de Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA) manifesta a sua “grande preocupação relativamente à agricultura de sequeiro, à pecuária extensiva e também à falta de reservas hídricas, quer para o abeberamento animal, quer para o regadio.”
A APG/GNR – Associação dos Profissionais da Guarda informa que foram retomadas as negociações com a tutela, iniciadas em 2019. Neste encontro esteve em cima da mesa a implementação de um regime de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) para as forças de segurança. O sistema de suplementos remuneratórios e a implementação do subsídio de risco aprovado em sede parlamentar ficou para decidir em abril.
O Ministério da Administração Interna informou as redações que procedeu ao “pagamento, este mês, da primeira tranche dos retroativos referentes a suplementos não pagos em período de férias, entre 2010 e 2018, aos militares da GNR e agentes da PSP.”
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