Assim, para a OCDE, algumas medidas que poderiam mitigar a situação são, por exemplo, fortalecer a integração no mercado de trabalho de trabalhadores mais velhos, desempregados de longa duração e jovens, através de políticas de formação ao longo da vida, e pelo aumento dos incentivos para uma vida ativa mais longa.
"Melhorar a qualidade e a governança da educação de adultos e da formação profissional deve ser uma prioridade", salienta a organização, acrescentando que "estabelecer padrões nacionais de qualidade para cursos de formação ao longo da vida e aprimorar a coordenação no sistema de aprendizagem ao longo da vida apoiariam a adesão e um melhor alinhamento das competências com as necessidades do mercado de trabalho".
Além disso, "fortalecer a formação para trabalhadores mais velhos, melhorar as condições de trabalho por meio de modalidades de trabalho mais flexíveis e políticas de saúde ocupacional mais robustas ajudariam a prolongar a vida ativa", defende a organização.
A OCDE destaca ainda outro tipo de medidas como reduzir o uso "ainda elevado de contratos temporários", bem como "facilitar a integração no mercado de trabalho de migrantes, mulheres e trabalhadores mais velhos", tendo em vista taxas de emprego mais elevadas e reduzir as desigualdades de rendimentos.
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