Em 1984, Rui Zink publicou "Pornex", a partir de uma exposição sobre pornografia que promoveu, ainda estudante universitário. Estreou-se como ficcionista em 1986, com "Hotel Lusitano" e, desde então, publicou cerca de dezenas de obras, entre ficção, ensaio, literatura para a infância, BD e teatro. Recebeu o Prémio do PEN Clube Português pelo romance "Dávida Divina" (2005), e representou o país em eventos como a Bienal de São Paulo, a Feira do Livro de Tóquio ou o Edimburgh Book Festival.
Com António Jorge Gonçalves, criou as novelas gráficas "Rei e A Arte Suprema". Entre os seus livros encontram-se títulos como "A realidade agora a cores", "O Suplente", "Os Surfistas", "Dádiva Divina", "A Palavra Mágica", "A Espera", "O Anibaleitor" (que acaba de conhecer uma nova edição), "O Destino Turístico", "O amante é sempre o último a saber", "Luto pela Felicidade dos Portugueses" (um conjunto de crónicas nascidas nas páginas da revista SOS Saúde) ou "A Instalação do Medo". Este, foi levado inicialmente aos palcos em encenação de Jorge Listopad, trabalho distinguido com o Prémio Literário Utopiales, no âmbito do Festival Internacional de Ficção Científica Les Utopiales, em Nantes, França, e republicado em 2021, numa edição renovada com um novo capítulo final. Acrescente-se que, em 2025, o Teatro de Animação de Setúbal levou à cena "O Manual do Bom Fascista".
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