Termina hoje, dia 15 de fevereiro, a situação de calamidade decretada pelo Governo para 68 concelhos. As depressões Kristin, Leonardo e Marta, fizeram 16 vítimas e provocaram muitas centenas de feridos e desalojados, com especial incidência no centro do país, mas também com várias ocorrências em todo o Alentejo. "A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o encerramento de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal".
48 concelhos de Portugal continental estão em situação de contingência até ao dia 15 de fevereiro, "devido à ocorrência ou risco elevado de cheias e inundações". Entre eles estão Alvito, Ferreira do Alentejo e Ourique. O plano segue as diretrizes do Governo e o despacho já foi publicado em Diário da República.
A depressão Marta agravou a situação do abastecimento de energia em Portugal, deixando mais de 100 mil pessoas sem luz entre a manhã e a noite de ontem. Segundo informação da E-REDES na madrugada de sábado, estavam 56 mil clientes sem luz na zona da depressão Kristin (que derrubou uma centena de postes de eletricidade), mas às 19:30, com a depressão Marta, o número de clientes sem luz era de 124 mil na zona da depressão Kristin (distritos de Leiria, Santarém, Castelo Branco e Coimbra maioritariamente). Em todo o território continental, esta noite estavam sem eletricidade um total de 167 mil clientes, segundo a E-REDES. O Alentejo também é uma das regiões mais afetadas.
A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) solicitou reuniões com o Governo e os partidos com representação parlamentar para garantir uma resposta nacional, com alocação plena de recursos. Em nota, a CAP diz que "as ajudas devem contemplar todos os agricultores e produtores florestais afetados pelos eventos climatéricos extremos e não apenas os que estão localizados nos territórios onde foi decretado estado de calamidade". Segundo a confederação, os prejuízos nos sectores agrícola e florestal, são superiores a 775 milhões de euros.
A Câmara Municipal de Alcácer do Sal decidiu adiar as Eleições Presidenciais no concelho para o dia 15 de fevereiro, por considerar que não estão reunidas as condições de segurança necessárias para a realização do ato eleitoral no dia em que o mesmo estava previsto. A decisão foi tomada em articulação com as entidades competentes e no estrito cumprimento do enquadramento legal aplicável nos concelhos em estado de calamidade, tendo em conta as recomendações das autoridades responsáveis pela proteção civil. "A prioridade da Câmara Municipal é, e continuará a ser, a proteção das pessoas: numa situação de emergência, como a que o concelho atravessa, a segurança pública prevalece", reforça a autarquia em comunicado.
A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) está a prestar apoio imediato às populações afetadas pela tempestade Kristin, que provocou vítimas mortais, desalojou famílias, causou cortes prolongados de energia e interrompeu acessos, dificultando a intervenção de meios de socorro em várias regiões do país. De forma a prestar um apoio mais eficaz, a CVP ativou um dispositivo nacional de resposta, mobilizando estruturas e delegações locais para garantir intervenção imediata no terreno, em especial nas zonas onde foi decretada situação de calamidade.
A Câmara Municipal de Alcácer do Sal pediu ontem ao Governo que fosse decretado o estado de calamidade no concelho, devido aos prejuízos causados pelas inundações na cidade e estragos resultantes da passagem da depressão Kristin. Clarisse Campos, presidente da autarquia referiu que a subida do Rio Sado causou várias inundações na baixa da cidade, nomeadamente na Avenida dos Aviadores, a zona mais crítica de Alcácer do Sal, causando prejuízos em habitações, estabelecimentos de restauração, pastelaria e artesanato. Entretanto, também ontem, o Governo decretou estado de calamidade para pelo menos 60 municípios até dia 1 de fevereiro. A última cheia, em Alcácer do Sal, aconteceu há mais de 30 anos.
O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, avisou que a falta de docentes “vai ser uma calamidade” dentro de cinco anos se nada for feito para recuperar os que abandonaram o ensino.
"Ovibeja 2023 maior do que a do ano anterior, com mais expositores e visitantes", avançou à Voz da Planície Rui Garrido, presidente da Direção da ACOS, mostrando-se satisfeito com a realização deste ano. Seca e acessibilidades marcaram, também, a 39.ª edição da feira.
A Associação de Agricultores do Campo Branco, de Castro Verde, defendeu que o Governo declare com urgência o estado de calamidade devido à seca, tendo já enviado uma carta à ministra da Agricultura e Alimentação.
A seca foi tema “quente” no primeiro dia de Ovibeja, onde as temperaturas se mostraram acima dos limites considerados normais para o mês de abril. “Vive-se situação de calamidade”, afirmam agricultores, pedindo medidas urgentes à ministra da Agricultura.
Na passada quarta-feira, decorreu um Montemor-o-Novo, uma ação conjunta das distritais do PSD de Beja, Évora e Portalegre com um conjunto de agricultores e representantes de algumas associações do setor dos três distritos do Alentejo. Foi discutida a situação atual do mundo rural face à seca extrema que se faz sentir no País.
O presidente da Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA) considera que são “pequenos paliativos” as medidas anunciadas pelo Governo para combater efeitos da seca na agricultura. Diz que deveriam ser cobertos por seguros de colheitas.
O Governo decidiu aliviar as medidas de combate à pandemia. A partir de agora o confinamento é para ser feito apenas por pessoas que testam positivo à covid-19 tenham ou não sintomas. O teletrabalho deixa de ser recomendado.
Em Beja, a Biblioteca Municipal, a Casa da Cultura, o Centro UNESCO e o Teatro Municipal Pax-Julia encontram-se encerrados até 9 de janeiro.
A Guarda Nacional Republicana arranca a Operação Natal e Ano Novo 2021, até 2 de janeiro de 2022, com o objetivo de combater a criminalidade e intensificar o patrulhamento rodoviário nas vias de maior tráfego durante este período. Garantindo, deste modo, festividades e deslocações em segurança.
Passou a ser obrigatória a apresentação de teste negativo à covid-19 em diversas situações. O Governo assegura que todos os utentes têm direito a 4 testes gratuitos, por mês, mas no distrito de Beja só uma farmácia, em Odemira, aderiu a este serviço, o que significa que a população dos outros concelhos fica sem acesso a esta possibilidade. Responsáveis locais da saúde pediram resolução desta questão à tutela e o presidente da Câmara de Beja também, garantindo que haverá uma solução ainda antes do Natal.
A partir desta quarta-feira, 1 de dezembro, Portugal continental regressa ao estado de calamidade, passa a ser obrigatório o uso da máscara em espaços fechados e entram em vigor, para se prolongarem até 10 de janeiro de 2022, pelo menos, outras medidas de controlo da pandemia por covid-19.
Tendo em atenção o tempo frio, próprio da época do ano, as festividades que se aproximam e o aumento, um pouco por todo o país, de casos de covid-19, o Governo avançou com um conjunto de medidas, preventivas, para controlar a pandemia.
O uso de máscara volta a ser obrigatório em todos os espaços fechados, o reforço da testagem vai ser implementado, assim como a utilização do certificado digital, estas são as medidas anunciadas para Portugal, no sentido de se controlar a pandemia covid-19, num país onde volta o estado de calamidade a partir do dia 1 de dezembro.
O Conselho de Ministros reuniu-se e, entre outras medidas, decidiu prolongar o Estado de Calamidade até ao dia 25 deste mês e que será exigido um certificado digital ou um teste negativo para aceder a estabelecimentos turísticos em todo o país. Nos concelhos de maior risco será necessário também para a entrada em restaurantes, de sexta a domingo.
O Conselho de Ministros aprovou uma resolução que prorroga a situação de calamidade em Portugal continental até às 23:59 do dia 13 de junho de 2021.
O Conselho de Ministros reúne-se, hoje, para decidir quais os concelhos que vão avançar para a quarta, e última, fase de desconfinamento, numa altura em que o último Estado de Emergência, o 15º decretado desde o início da pandemia, termina na sexta, dia 30, e que o país passa a Estado de Calamidade. Beja tem incidência inferior a 120 casos, ou seja tem 98, e avançará para a última etapa do desconfinamento.
A lista dos 121 concelhos de risco acrescido de contágio por Covid-19 já foi revista e Beja vai continuar a ter que cumprir estas regras até 23 deste mês. Isto significa que o concelho de Beja vai ter de cumprir o recolhimento obrigatório neste fim de semana de 14 e 15 e o de 21 e 22 deste mês. A Câmara de Beja fez saber, entretanto, que se mantêm as regras que têm estado a ser aplicadas até ao final da data estipulada para o Estado de Emergência, ou seja, 23 de novembro.
No âmbito das medidas de combate à pandemia da doença COVID-19, e tendo em conta o aumento progressivo de casos de infeção por SARS-CoV-2 e o número de surtos em estruturas residenciais para pessoas idosas (ERPI), vai ser criada uma rede nacional de estruturas de apoio de retaguarda.
O Conselho de Ministros aprovou a resolução que renova a situação de calamidade em todo o território nacional continental, das 00h00 do dia 4 de novembro até às 23h59 do dia 15 de novembro. E alargou a 121 concelhos medidas especiais, entre eles está o de Beja.
O Hospital José Joaquim Fernandes celebra este ano 50 anos de idade, com a realização de uma cerimónia interna, devido à situação de pandemia que se está a viver.
A Câmara Municipal de Mértola promove neste domingo, o último dia da Feira da Caça, no novo Pavilhão Multiusos. A Feira é visitada hoje, no período da tarde, pelo secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, Jorge Seguro Sanches, Coordenador da Situação de Calamidade na Região do Alentejo.
Face à situação que vivemos, entendem os vereadores da CDU “não estarem reunidas as condições para a realização da Feira da Caça de Mértola neste período, propondo que na reunião de Câmara de hoje seja revogada a deliberação anterior, prevendo o adiamento deste evento para data que permita a expositores e visitantes usufruírem em total segurança”. A Voz da Planície não conseguiu falar com Jorge Rosa.
A Guarda Nacional Republica já começou a fazer um reforço do patrulhamento e da fiscalização ao cumprimento das normas e medidas associadas à declaração da situação de calamidade, contribuindo para a prevenção da disseminação da COVID-19.
A decisão foi tomada no Conselho de Ministros realizado nesta quarta-feira e dita que seja declarado em todo o território nacional estado de calamidade, devido à “evolução grave” da pandemia. O relatório da DGS, publicado hoje, diz que há 2101 novos casos de Covid-19, registados a nível nacional nas últimas 24.00 horas. No Alentejo há 40 novos casos e 26 óbitos. Morreram mais 11 pessoas, mas recuperaram 588.
A Câmara Municipal de Ourique anuncia, em nota de imprensa, que estão reunidas as “condições de retomar a atividade desportiva, com as restrições aconselhadas, através das aulas de grupo ao ar livre”.
Em Cuba, as piscinas municipais abriram no passado dia 10, o Ginásio abre segunda, dia 15, o mercado mensal de venda ambulante continua suspenso este mês e aBiblioteca, Posto de Turismo e Museu retomam horário aos sábados, domingos e feriados.
No Alentejo, até ao passado dia 8 de junho, e desde o início da pandemia, foram realizados mais de 23 mil testes à COVID-19, o que significa que cerca de 5% da população do Alentejo já foi testada.
O secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, Jorge Seguro Sanches, enquanto Autoridade de Coordenação da Situação de Calamidade na Região do Alentejo apresenta, hoje, os resultados das medidas de combate à COVID-19, na região Alentejo.
Jorge Seguro Sanches, secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, faz, hoje, a partir das 10.30 horas, uma visita de trabalho a Montes Altos, no concelho de Mértola, onde acompanhará a operacionalização do Programa de Intervenção Preventiva em Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas e Lares Residenciais no Baixo Alentejo.
Com a entrada em vigor do Estado de Calamidade e a reabertura de alguns serviços públicos, a Câmara Municipal de Moura revela, em comunicado, que se encontra a preparar a reabertura dos seus serviços a partir do dia 1 de junho, cumprindo todas as medidas de segurança que a atual situação impõe.
Está previsto na Constituição desde 1976, mas em democracia nunca foi usado este instrumento, que suspende direitos fundamentais e que só deve ser usado em casos de calamidade pública. A iniciativa compete ao Presidente da República, com audição do Governo e aprovação pelo Parlamento. Todos os passos foram cumpridos e hoje são definidas as especificidades.
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