A Quercus, associação nacional de conservação da natureza, quer que os portugueses possam saber a cada mês para que fins é usada a água armazenada nas barragens e pede à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) dados mensais públicos mais detalhados sobre a gestão e monitorização das albufeiras. O motivo deste pedido prende-se com as intempéries ocorridas em Portugal, que "provocaram graves danos a muitos portugueses, com os quais a Quercus está solidária". No entanto, a associação refere que "a sequência anómala de tempestades que assolou o país proporcionou também uma acumulação de riqueza hídrica nas barragens nacionais, que estão atualmente nos seus níveis máximos de armazenamento de água". A Quercus também ressalva que "este é um facto absolutamente extraordinário num país que tem sido crescentemente vulnerável à escassez de água". Estes são motivos que tornam "fundamental garantir aos portugueses que esta abundância hídrica é utilizada de forma eficiente", reforça a Quercus. Alexandra Azevedo, Presidente da associação, lança mesmo o desafio à APA “para reativar o Conselho Nacional da Água, parado há 3 anos, com a marcação de um plenário com especialistas, com caráter de urgência, para ser discutida a gestão da água em Portugal”.
A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, e o ministro da Agricultura e Pescas, José Manuel Fernandes, apresentam hoje, dia 19 de março, em Beja, na sede da ACOS - Associação de Agricultores do Sul, a estratégia nacional “Água que Une”. O Governo afirma tratar-se de "um ambicioso plano de ações e investimentos que pretende garantir a gestão sustentável deste recurso, em todo o território nacional, ao longo dos próximos anos. O plano contempla cerca de cinco mil milhões de euros de investimento até 2030 e um segundo ciclo, que se irá prolongar até 2040".
Na sequência do artigo do "Público" com o título “Gestora de Alqueva está a cortar a água aos agricultores que excedem os consumos acordados”, a ACOS - Associação de Agricultores do Sul informa que, logo após ter conhecimento das cartas enviadas pela Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA), teve "a oportunidade de discordar de tal procedimento junto do ministro da Agricultura pessoalmente e por e-mail". A ACOS está a aguardar a marcação de uma reunião para tratar desta e de outras matérias com o ministro da tutela.
Os agricultores que utilizam a água de Alqueva para regadio afirmam que a EDIA está a cortar a água "aos que excedem os consumos acordados para o ano agrícola em curso", avança, esta semana, o jornal "Público". Esta medida foi implementada em janeiro de 2023“ e explicada à nossa rádio pelo presidente do Conselho de Administração da EDIA. José Pedro Salema esclareceu que "quem cumpre as regras não tem quaisquer restrições, mas limita, naturalmente, quem queira regar mais do que está autorizado a fazer”.
"Tento afastar-me das notícias e das televisões. Passo por períodos em que não sinto que tenha a resistência necessária para lidar com o mundo. Pode ter a ver com o facto de a minha vida não estar muito organizada de momento, mas também pode ser por sair de casa todos os dias e não fechar os olhos ao que vejo. E para desgraça, basta o que basta", afirma a crónica de Ana Ademar, atriz, que pode ler e ouvir aqui.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA) recebeu uma sessão sobre “Ferramentas de Simulação das Etiquetas Energéticas do SGCIP para Municípios”, organizado pelo Instituto de Sistemas e Robótica da Universidade de Coimbra.
O Governo criou medidas extraordinárias de apoio aos agricultores, organizações e associações deste setor, com uma dotação global de 4,7 milhões de euros, destinadas a mitigar o impacto da subida nos combustíveis e na produção.
Para fazer face ao cenário de seca severa ou extrema e de escassez hídrica, o Município de Serpa implementa ações de redução de consumos de água e sugere medidas gerais de poupança hídrica à população.
A associação ambientalista Zero criticou as medidas previstas no Plano Regional de Eficiência Hídrica (PREH) do Alentejo por considerar que incluem a expansão dos grandes regadios e a atribuição de subsídios públicos a este setor.
O Bloco de Esquerda (BE) questionou a ministra da Agricultura sobre a “criação e a composição da Comissão Administrativa da Associação de Beneficiários do Mira”. Pergunta, também, porque estão “excluídos determinados produtores do acesso à água e beneficiados outros com explorações intensivas e maiores consumos”.
Face à situação crítica do País, a organização de defesa do consumidor testou vários modelos de redutores de caudal e refere que a poupança de água pode estar perto dos 36 garrafões de cinco litros por dia.
A Empresa Municipal de Água e Saneamento (EMAS) de Beja associou-se à campanha “Vamos fechar a torneira à seca”. “Reduzir os consumos e fazer um uso eficiente da água, no contexto de seca que se vive em Portugal”, são os objetivos.
Ferreira do Alentejo, Moura e Odemira com localidades onde a água só chega por autotanques, com a ajuda de bombeiros e autarquias. Os “soldados da paz” estão, também, a “dar de beber” aos animais, no concelho de Serpa, revela o presidente da Federação Distrital de Bombeiros.
O Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português (PCP) apresentou nesta décima quinta legislatura, que agora se inicia, um conjunto de iniciativas em defesa da produção nacional e de apoio aos agricultores e produtores pecuários. O objetivo é “reverter a situação preocupante que este sector primário atravessa”.
O PAN questionou a tutela, esta semana, se a expansão do regadio vai afetar zonas incluídas na rede de áreas protegidas `Natura 2000´, considerando que o "modelo de produção agrícola maioritariamente praticado é nocivo para pessoas, animais e ambiente".
A seca vai implicar, no Alentejo, a instalação de pontos de água para abeberamento animal junto a albufeiras e a suspensão temporária da emissão de licenças para novos furos em duas zonas da região.
A água da albufeira do Monte da Rocha, em Ourique (Beja), que está a cerca de 15% da capacidade, vai ser reservada para dois anos de abastecimento público, com rega apenas de culturas perenes, como o olival.
Os contribuintes têm até final da semana, dia 31, para usufruir do benefício no âmbito do programa IVAucher. Se não gastar o saldo, o valor será canalizado para abater ao IRS, no âmbito da dedução por exigência de fatura.
Nuno Martins é o cabeça de lista que a CDU apresenta, à freguesia de São João de Negrilhos, concelho de Aljustrel, nas autárquicas 2021.
A DECO revela que no primeiro trimestre de 2021 os pedidos de ajuda que recebeu, sobre a faturação de energia, aumentaram 61% face ao mesmo período no ano passado. Isto deve-se não só ao inverno frio mas também às necessidades de consumo que foram maiores devido às medidas de confinamento. Em janeiro, o consumo doméstico de eletricidade aumentou 31% face ao período homólogo.
Hoje, às 14:30, tem lugar o webinar Produção e Consumo Sustentáveis. É realizado no âmbito do Projeto ACCIONAD-ODS: Ações para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável através da participação de atores locais: uma abordagem territorial, cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) através do Programa Interreg España-Portugal | Poctep 2014-2020.
O Município de Vidigueira, em 2020, investiu perto de 400 mil euros em medidas excecionais de apoio à economia local, nas instituições e famílias, para fazer face às consequências negativas da pandemia. Em 2021, este apoio será reforçado, com novas medidas e programas.
A CNA denuncia, em comunicado, que a portaria que “supostamente regulamenta uma medida inscrita em Orçamento do Estado (OE) para 2020 (introduzida na 2ª alteração, a 24 de Julho), dedicada ao apoio com os custos energéticos no sector agrícola e pecuário” não “respeita a lei inscrita no documento”.
A Câmara Municipal de Ourique revela, em comunicado, que está a proceder ao reforço da “eficiência energética” do concelho com a “instalação de leds na iluminação pública”.
“Pelo terceiro ano consecutivo, quando o calor aperta, o abastecimento de água à vila de Aljustrel sofre sérias perturbações”. A denúncia é feita pela Concelhia da CDU de Aljustrel que acusa a autarquia aljustrelense de “nada fazer” sobre esta matéria.
A Praça da República de Beja, no espaço a “Pracinha”, foi o local escolhido para o movimento “Chão Nosso” fazer a apresentação dos seus objetivos e do seu manifesto, assim como pedir, aos presentes, a subscrição do documento. "Chão Nosso" é um movimento de residentes no Alentejo que está “preocupado com as alterações que têm surgido nos últimos anos na paisagem e que estão a comprometer o futuro do território”.
A EMAS de Beja no contexto das “Smart Cities” dá início este mês à implementação do sistema de telemetria no Bairro Alemão, em Beja. A Fase piloto abrange um número aproximado de 250 consumidores no Bairro Alemão, proporcionando o processo de comunicação de leituras da água mais cómodo e seguro, informa a empresa municipal.
O Município de Almodôvar decidiu conceder “isenções e descontos no consumo de água, de rendas municipais, de habitações e espaços de comércio.”
O Bloco de Esquerda (BE) informa que foi “chumbada a proposta” que apresentou, no âmbito do Orçamento do Estado para 2020 (OE2020), e que visava “travar o investimento público em regadio destinado a sistemas agrícolas de monocultura”. O BE afirma que “a proposta foi chumbada com os votos contra do PS, PSD, CDS-PP, PCP e IL”.
A Piscina Municipal Coberta de Serpa reabre, hoje, ao público, o encerramento temporário ficou a dever-se a obras de remodelação.
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