A EMAS de Beja reagiu às notícias que foram "veiculadas" através dos sites "de diversos órgãos de comunicação social de âmbito regional". De acordo com a empresa, o "aviso prévio de greve“ apresentado pelo STAL refere que é "(…)ao trabalho prestado em regime de prevenção, abrangendo quer o trabalho extraordinário realizado ao abrigo do referido regime, quer os períodos de prevenção escalados entre os períodos normais de trabalho(…)”, que teve início na segunda-feira, 30 de março, "desde logo comunicando opor-se à fixação de quaisquer serviços mínimos", sublinha a EMAS.
O STAL, Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, denuncia tentativa da EMAS de impor “serviços máximos” naquilo que o sindicato diz ser "uma afronta à Constituição". E como tal, decretou uma greve "ao trabalho em regime de prevenção, abrangendo o trabalho extraordinário realizado ao abrigo deste regime e os períodos de prevenção escalados entre os períodos normais de trabalho". De acordo com o sindicato , a greve vai manter-se "até à revisão do regime de pagamento e atualização dos valores do trabalho prestado neste regime". O sindicato "rejeita a definição de “serviços mínimos” nesta ação de luta e a tentativa de negar aos trabalhadores o exercício de um direito fundamental e consagrado na Constituição, cujo 50.º aniversário se assinala este ano".
O Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS) realiza hoje, pelas 10 horas, no auditório da Biblioteca Municipal José Saramago, em Beja, uma iniciativa orientada para os seus dirigentes e delegados sindicais, intitulada "Jornadas Sindicais", sob o tema "A Reforma do Estado e do Serviço Público de Educação – Ataque aos Direitos Laborais".
Os trabalhadores da administração local e regional exortam os executivos autárquicos, eleitos no passado dia 12, a preocuparem-se com as dificuldades e revindicações do setor, segundo o Sindicato.
O Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS) afirma, no comunicado enviado à nossa redação, que no distrito de Beja existem 31 horários a concurso, somando 494 horas (ativas no dia 15 de setembro), o equivalente, por estimativa, a 113 turmas e a 2.425 alunos que estarão sem um ou mais professores.
De 11 a 15 deste mês, os alunos estarão de volta às aulas com "falta de professores e com esta situação agravada", afirma Manuel Nobre, presidente do Sindicato de Professores da Zona Sul. O responsável sindical justifica as suas palavras com o facto, frisa, de "ter havido menos vagas abertas, de se estarem a aposentar por ano 3.000 professores e de estarem a ser captados para a profissão, dos que optam por abraçar a docência, metade, ou seja, 1.500".
A candidatura da Coligação Democrática Unitária, aos orgãos autárquicos, divulga os primeiros sete candidatos à Câmara Municipal de Beja.
Nesta sexta-feira, trabalhadores da Administração Local e Sector Empresarial manifestam, junto ao Parlamento, «o seu profundo descontentamento, e reafirmar o seu Caderno Reivindicativo e exigir a aplicação das medidas que constam da “Proposta Reivindicativa Comum” apresentada pela Frente Comum». Trabalhadores e dirigentes sindicais de Beja marcam presença no protesto.
A Comissão Sindical da Câmara Municipal de Beja, realizou nesta quinta-feira, dia 12, na Praça da República um Plenário Geral de Trabalhadores para manifestar o seu protesto em relação à resposta da Câmara Municipal, à proposta de ACEP enviada pela Comissão Sindical, que "pretende abranger mais direitos para os trabalhadores" e que "não foram aceites pela Autarquia. Outra reivindicação presente no plenário é a maior abrangência do SPI – Suplemento de Penosidade e Insalubridade".
A lista da Candidatura da CDU, nas legislativas 2025, foi entregue ontem, dia 2 de abril, no Tribunal de Beja, e tem Bernardino Soares como número um e José Maria Pós de Mina como mandatário.
Os trabalhadores de todos os sectores da Administração Local protestam hoje, dia 28 de fevereiro, em Lisboa, a partir das 14h30. "Os trabalhadores das autarquias e das empresas municipais e concessionária rejeitam a política de empobrecimento que o Governo PSD/CDS teima em prosseguir, e exigem, entre outras matérias, aumentos salariais reais, a valorização das carreiras e a revogação do SIADAP", é sublinhado em dia de greve decretada por este sindicato. A "participação de Beja é significativa, conta com a presença de cerca de 70 trabalhadores do distrito", revela Osvaldo Rodrigues, coordenador regional do STAL.
Os trabalhadores da administração local e empresas municipais vão manifestar-se no dia 28 deste mês, em Lisboa, exigindo aumentos salariais, valorização de carreiras e a revogação do sistema de avaliação da administração pública.
O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL), através da Direção Regional de Beja, fala, em comunicado, em "falsidades e intervenção de delegada sindical censurada" na reunião de Câmara da passada semana, dia 16 de outubro. Neste contexto, o Sindicato exige ao "presidente da Câmara que disponibilize a publicação na íntegra" da sessão em causa, considerando que a "inexistência destas imagens" não permite "aos munícipes que não assistiram em direto, ou presencialmente, acederem" ao que foi dito e às reações que se seguiram.
Em comunicado, a Concelhia de Beja do Partido Socialista (PS) descreve como “comportamento inaceitável” o dos representantes da delegação de Beja do STAL e de “total falta de carácter e de ética política”, bem como “incentivo à insubordinação do público em reuniões de Câmara” referindo-se ao vereador da CDU Vítor Picado. O PS de Beja fala “em ataque concertado ao presidente da Câmara, desrespeito pelo regimento das reuniões” e apela ao cumprimento das “normas de convivência democrática e pelas instituições”.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) deu início nesta segunda-feira, dia 23, à quinzena de plenários em Beja e Aveiro. Na capital de distrito, o plenário decorreu à porta da Escola Secundária Diogo de Gouveia. Neste contexto, Manuel Nobre, presidente do Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS) avançou que, no distrito, há "nove mil alunos sem professores a pelo menos uma disciplina" e que "10% dos discentes são estrangeiros".
O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local está hoje, dia 20 de setembro, junto à Assembleia da República, onde marcará presença o coordenador da Frente Comum, Sebastião Santana, e decorrerão intervenções sindicais, a partir das 10h30. Nesta ação os trabalhadores exigem ao Governo a urgente valorização das carreiras e profissões, melhores salários e condições de trabalho, bem como o reforço dos serviços púbicos.
Entre 12 e 16 deste mês o novo ano letivo arranque em todas as escolas do País. A falta de professores é um dos problemas que tem de ser solucionado e no Alentejo, de acordo com o Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS), o Litoral Alentejano é onde se registam mais carências, nomeadamente no concelho de Odemira. Quanto ao pessoal auxiliar e equipamentos escolares, o presidente da Câmara de Beja garante que está tudo preparado para começar.
Professores para todos os alunos, falta de vagas nas creches, alojamento para os alunos do ensino superior e o primeiro concurso de colocação de docentes, desde há quatro anos, são os maiores desafios que a equipa ministerial enfrenta e que têm desenvolvimentos esta semana pois as escolas têm de abrir as suas portas ao novo ano letivo, a partir de quinta-feira, dia 12, e até segunda-feira, dia 16.
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL) alerta que a situação dos riscos profissionais associados ao aumento das temperaturas "tem-se agravado nos últimos anos, acentuado pelas alterações climáticas, com períodos de calor extremo cada vez mais frequentes e prolongados, o que tem graves impactos no bem-estar e na saúde humana, e que dificulta ainda mais o trabalho e agrava os riscos para a segurança de milhares de trabalhadores".
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL) defende "a urgência no processo negocial" sobre a carreira e rejeita "a intenção do Governo de adiar" estas negociações para setembro, reafirmando que "a resolução dos problemas dos trabalhadores não podem esperar pela discussão do Orçamento do Estado para 2025". Beja faz-se representar na manifestação de hoje, 25 de junho, em Lisboa.
Os trabalhadores do setor da administração local convocaram um protesto, em Lisboa, para amanhã, 25 de junho. O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL) espera, na capital, milhares de profissionais do setor empresarial e de empresas concessionárias de vários pontos do País. Beja vai estar representada nesta manifestação.
A Comissão Sindical da Câmara Municipal de Beja do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) promoveu hoje de manhã, 21 de junho, na Praça da República da cidade, uma ação de "denúncia contra a privatização de serviços públicos no concelho, ao arrepio dos interesses da população e dos direitos dos trabalhadores",
"Com 99% de votos na lista «Cumprir Abril - Defender a Escola Pública e Valorizar a Profissão Docente» foram investidos nas suas funções os membros que compõem os vários órgãos" e "foi eleito como presidente da Direção do Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS), Manuel Nobre, Ana Simões como vice-presidente e ainda Margarida Pereira como tesoureira.
A caravana “Os professores na campanha” está hoje, dia 7, na cidade de Beja, com um plenário no auditório da Escola Secundária Diogo de Gouveia, a partir das 10h00. O presidente do SPZS, sindicato que integra a Fenprof, avança que com esta iniciativa "são identificadas as questões que continuam por resolver, na educação". Manuel Nobre acrescenta que são avançadas, também, "as reivindicações dos professores, recados para quem ficar no parlamento depois de 10 de março".
Os professores estão na rua no período de campanha eleitoral das legislativas marcadas para 10 de março. Em Beja, os docentes vão concentrar-se junto ao Jardim do Bacalhau, no dia 7 de março. Durante esta iniciativa está prevista a distribuição de informação com as reivindicações dos docentes.
Concluídas as eleições de 10 de março, o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) e os trabalhadores reafirmam "a sua total disponibilidade para prosseguir a luta em defesa das prioridades reivindicativas: aumento dos salários que permita a reposição e a subida do poder de compra".
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) realiza nesta quinta-feira, dia 8, em Lisboa, um plenário nacional de dirigentes, delegados e ativistas sindicais, em que serão discutidos a atualidade político-sindical nacional e as ações reivindicativas a serem tomadas, culminando o encontro com um desfile até à Secretaria de Estado da Administração Local, para entregar um documento reivindicativo.
Os novos corpos dirigentes do STAL já tomaram posse, com Cristina Torres à frente desta estrutura sindical dos trabalhadores da administração local e regional, até 2027. Neste contexto foi reeleito o coordenador regional da Direção Regional de Beja, Osvaldo Rodrigues. A nova direção nacional reafirmou, também, a "valorização" dos trabalhadores que representa "como prioridade", para o mandato que agora inicia.
Um novo Acordo de Empresa foi formalizado no dia 20 entre a EMAS (Empresa Municipal de Água e Saneamento), de Beja, e o STAL (Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional).
A Câmara Municipal de Serpa, na pessoa do seu presidente, João Efigénio Palma, assinou com o STAL - Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local e com o STFPSSRA - Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais - Sul e Regiões Autónomas, os Acordos Coletivos de Entidade Empregadora Pública (ACEP).
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL) reitera a urgência no aumento dos salários e da valorização de carreiras e dos serviços públicos, exigindo pelo menos mais 150 euros para todos os trabalhadores. Quer, também, que o Salário Mínimo Nacional (SMN) seja fixado nos 910 euros em janeiro de 2024 e que durante o próximo ano chegue aos mil euros.
O Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS), à semelhança dos últimos anos, procedeu ao levantamento dos horários em falta na sua área sindical, os distritos de Portalegre, Évora, Beja e Faro. Avança, esta estrutura sindical, que em 89 por cento dos agrupamentos de escolas da sua área cerca de 50 por cento estão por preencher. No distrito de Beja há 47 horários sem professor atribuído.
Nesta segunda-feira, 11, em todo o País, os sindicatos da área da educação começam a afixar mensagem dirigida à comunidade educativa, com a indicação "Em Luta pela Escola Pública!". Em Beja, o Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS) e o Sindicato dos Professores Licenciados afixaram as mensagens, para a comunidade educativa, na Escola Mário Beirão, às 10h30.
Manuel Nobre, presidente do Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS), faz o balanço do que “ficou por resolver” no ano letivo que passou e deixa a certeza de que "a luta vai continuar e fazer-se sentir nas escolas, a partir deste mês".
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e a Federação Nacional de Educação(FNE) saúdam como positiva a decisão do Presidente da República (PR) de devolver ao Governo o decreto sobre progressões na carreira. Manuel Nobre, do SPZS, sublinha que a “luta deu resultados, em particular na valorização da profissão."
O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) promove nesta quarta-feira, 28, mais de 50 ações de luta por todo o País no âmbito do "Dia Nacional de Luta", convocado pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), para exigir o aumento dos salários. Estão ainda previstas manifestações em Lisboa e no Porto, com início às 15h00.
O Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS) afirma, através do seu presidente, Manuel Nobre, que se “continua a comparar o incomparável” e que o Governo “insiste neste embuste” que “valoriza o ensino privado, desvalorizando a escola pública”.
A data, de 6 de junho, coincide com os seis anos, seis meses e 23 dias, ou seja, o tempo de serviço que os professores têm por recuperar. Hoje é dia, também, de manifestações em Lisboa e Porto. Os docentes, e educadores, do distrito de Beja participam na manifestação que decorre, durante a tarde desta terça-feira, em Lisboa.
Esta sexta-feira, 17, ficou marcada pela greve da administração pública agendada pela Frente Comum. Professores e enfermeiros juntam-se à greve. Várias escolas estiveram encerradas durante o dia, com adesão de 100 por cento e em vários serviços públicos sentiram-se constrangimentos. Sábado, haverá manifestação em Lisboa.
A ação promovida pelo STAL em “solidariedade com uma trabalhadora da autarquia e delegada sindical”, que enfrenta um processo disciplinar porque “contestou a mudança do local de trabalho”. Este ponto foi retirado da ordem de trabalhos da reunião de Câmara.
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