No mesmo documento, Gonçalo Valente refere que "depois do governo da AD ter tomado a decisão de fazer este investimento, após décadas de reivindicações, plasmando-o no Orçamento de Estado para 2025, acolhendo o projeto funcional da ULSBA, foi acusado (o governo) de o deixar cair. É preciso termos mais contenção em temas estruturais, sob pena de deixarmos os baixo alentejanos apreensivos, e com razão, pois já basta o clima de incerteza e de desconfiança existente."
Esclarece, igualmente, o deputado Gonçalo Valente, que "o Ministério das Finanças colocou no Orçamento de Estado as obras que estão em curso ou podem iniciar em 2026. No caso do Hospital José Joaquim Fernandes temos aprovado o perfil assistencial e reorganização do programa funcional. Temos o despacho do Ministério da Saúde a autorizar a ULSBA a constituir o júri para analisar o projeto de arquitetura, o que também já está concretizado. Em 2026 será aberto o concurso para a elaboração dos projetos de arquitetura. A obra propriamente dita só em 2027 depois da concretização do projeto de arquitetura e do consequente concurso adjudicado para a sua execução.
O único caso que poderia ser comparável com o nosso é o Hospital de Barcelos, mas ainda assim não é sério fazê-lo, a partir do momento em que este projeto já se encontra mais adiantado, ou seja, o concurso publico para elaboração do projeto de arquitetura já foi publicado em junho deste ano e já terminou o prazo de candidaturas a 20 de setembro e a data prevista para iniciar a obra é 2026, por isso vir inscrito nos investimentos estruturantes da nota explicativa do Ministério da Saúde precisamente para 2026.
Espalhar a desinformação não é a postura que os baixo alentejanos esperam de quem os representa na Assembleia da República. Vamos ser responsáveis e trabalhar todos em função do nosso querido distrito de Beja. Para isso contem comigo."
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