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"No ensino básico, do primeiro ao nono ano, todo o terceiro período prosseguirá com o ensino à distância, que será reforçado com o apoio de emissão televisiva de conteúdos pedagógicos, que complementarão, mas não substituirão, o trabalho pedagógico que os professores vêm desenvolvendo com os seus alunos”, frisou António Costa.

O primeiro ministro anunciou, ainda, que “avaliação será feita pelos professores, que melhor conhecem os alunos nos respetivos estabelecimentos de ensino, sem provas de aferição e sem exames do nono ano” e que “neste quadro será mantido o regime especial de apoio às famílias com filhos menores de 12 anos".

António Costa confirmou que “o calendário dos Exames Nacionais do 11.º e 12º ano foi adiado, decorrendo a primeira fase entre os dias 6 e 23 de julho e a segunda fase entre 1 e 7 de setembro. Assim, a atividade letiva poderá estender-se até ao dia 26 de junho.”

"Vamos prosseguir em dois planos, o que preferimos, de retomar presencialmente as aulas presenciais do 11.º e do 12.º ano durante o mês de maio, sem excluir um plano B de prosseguir com o ensino à distância se a evolução da pandemia assim o exigir", vincou, também, António Costa.

“Em relação à educação pré-escolar, que não pode ser assegurada com ensino à distância, António Costa anunciou que só devem ser retomadas as atividades nos jardins-de-infância quando forem revistas as atuais regras de distanciamento, que, naturalmente, são impossíveis de cumprir em sala com crianças daquelas faixa etárias.”

Nota: Fonte é a publicação online "Notícias ao Minuto".


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