"Procuramos sempre a coerência com o discurso que apresentámos, assim como, o respeito pelos resultados eleitorais obtidos, pelo que este entendimento assenta nas seguintes premissas:
• A prioridade é só uma: Beja, Beja e Beja. Mais do que partidos políticos ou até ideologias, o objetivo passa por garantir um funcionamento estável da Câmara Municipal de Beja. Os partidos políticos com capacidade para garantir a estabilidade política foram abordados com intenção de integrarem o executivo – os vereadores do Partido Socialista não aceitaram negociar essa condição, enquanto os vereadores da Coligação Democrática Unitária mostraram abertura para o sucedido;
• Os pelouros que serão atribuídos ao vereador Vítor Picado exigirão um alinhamento com o Presidente da Câmara Municipal de Beja, garantido que o projeto da coligação que venceu as eleições do passado dia 12 de outubro, é respeitado e garantido pontos de concordância entre todo o executivo;
• A necessidade de diálogo não diminui com este entendimento. Procuraremos ouvir, respeitar e negocias com TODAS as forças políticas envolvidas. Continuaremos a ouvir as ideias de TODOS, e a implementá-las desde que sirvam o objetivo comum: melhorar Beja!
• Para efeitos de transparência, o vereador David Catita do Partido Chega mostrou também abertura para o diálogo, mas, o contacto com as forças políticas que estão em posição de atribuir maior estabilidade governativa foram priorizados.
Agradecemos a todas as forças políticas consultadas a sua disponibilidade para a procura comum de soluções e pedimos que, durante este mandato que agora começa, os interesses dos Bejenses e do Concelho de Beja sejam a única prioridade de todos os intervenientes.
Por Beja: vamos ao trabalho!", é esclarecido no mesmo documento.
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