Também na reunião de Câmara de hoje, dia 5 de março, os comerciantes voltaram ao abaixo-assinado, que, afirmam, reúne mais de 1.500 assinaturas, contra a localização da Casa Ribeiro para esta resposta", deixando claro que "vai continuar ativo". Os subscritores pediram posições claras sobre este assunto a todos os representantes no executivo, em permanência e sem funções executivas. A Câmara de Beja avançou, pelo vice-presidente Rui Marreiros, que "o reforço do policiamento na cidade, bem como a sua eficiência, estão a ser trabalhados".
A CDU respondeu, através do vereador Vítor Picado, dando "parabéns pela iniciativa e intervenção dos comerciantes". Afirmou, ainda, o vereador que "é claro que as pessoas não foram ouvidas neste processo" e que "o edifício em causa deveria servir para outros fins que não os propostos. É necessário dar uma resposta e encontrar o lugar certo para a mesma, abrindo o diálogo sobre esta matéria", foi frisado
O Beja Consegue!, através do vereador Nuno Palma Ferro, disse que "não se abdica da resposta necessária aos imigrantes", deixando esclarecido que "se está em total desacordo com a localização do CAES 2.0". Acrescentou que "há clima de insegurança" e que "é preciso fazer alguma coisa, nomeadamente manter a identidade na cidade, nas Portas de Mértola", avançando que vão ser "feitas propostas neste sentido, no programa a apresentar nas autárquicas 2025.
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