«Conscientes das dificuldades que o centro da cidade enfrenta, salienta-se a necessidade de cuidado nas decisões estratégicas, que de algum modo possam comprometer a revitalização e expansão desta área. A união dos comerciantes tem sido expressiva, com muitos manifestando sua oposição à localização proposta para o Centro de Alojamento e Emergência Social.
A ACISTDB também enfatiza a importância das respostas sociais e acredita que é viável encontrar uma solução equilibrada que atenda a todos os interesses. É crucial que se garanta apoio às populações mais vulneráveis, sem comprometer a sustentabilidade e o desenvolvimento de Beja.
Neste contexto, sugerimos que a instalação do CAES 2.0 seja considerada em zonas periféricas, à semelhança de outros CAES. Essa alternativa não apenas protegeria a privacidade e o bem-estar dos utentes, mas também salvaguardaria a dinâmica e a segurança da zona comercial, que deveria ser um espaço ativo e convidativo.
“Acreditamos que, juntos, podemos encontrar soluções que respeitem e integrem todos os interesses envolvidos, contribuindo para um futuro mais próspero para Beja"», é sublinhado na mesma nota de imprensa.
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