Uma resposta, é referido no documento da Infraestruturas de Portugal (IP) que chegou à redação da Voz da Planície às 15h00 de hoje, 17 de junho, à notícia publicada pela nossa rádio onde se podem ler declarações da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Beja de Santiago Maior e São João Baptista a considerar “lamentável” esta decisão.
A IP deixa claro, igualmente, que “estes edifícios não são atualmente utilizados”, nem estão “concessionados a outras entidades”. Neste contexto, é sublinhado no mesmo documento, o "compromisso da IP com a preservação dos seus ativos e com a segurança pública.”
Recordamos, contudo, que a Junta de Santiago Maior e São João Baptista tem um entendimento diferente, realçando que "estas habitações deveriam ser disponibilizadas a famílias ou indivíduos com necessidades habitacionais” e deixando claro que tem alertado ao longo do mandato as “duas entidades", pois imputa responsabilidades, igualmente, nesta matéria à Câmara de Beja, "para a possibilidade e necessidade de aproveitar aquele património, colocando-o ao serviço da população e contribuindo para a sua preservação.”
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