Os trabalhos “permitiram recolher abundante material arqueológico, sobretudo cerâmico e faunístico. Se o primeiro permite atribuir desde já uma cronologia genérica da Idade do Cobre (3.º milénio a.C.) aos contextos intervencionados, o segundo permitirá obter informações sobre os animais consumidos e respetivas estratégias de criação e caça, assim como começar a desenvolver um programa de datações absolutas de radiocarbono para o sítio e de estudos de mobilidade de animais através de análises isotópicas”, é sublinhado no mesmo documento.
“Com esta iniciativa, as entidades envolvidas dão um novo impulso à investigação de um dos mais importantes fenómenos da Pré-História (Recintos de Fossos), que no concelho de Serpa tem um dos territórios com maior densidade deste tipo de património pré-Histórico em Portugal”, neste projeto que tem "uma vigência prevista de quatro anos", segundo a mesma fonte.
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