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“Falar Claro”: o Plano Ferroviário Nacional é um dos temas em debate no programa de hoje

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“Falar Claro”: o Plano Ferroviário Nacional é um dos temas em debate no programa de hoje

O “Falar Claro” está de regresso nesta terça-feira e os comentadores partilham as suas reflexões a partir das 18.00 horas e até às 19.00 horas, como habitualmente. Hoje um dos temas em debate é o Plano Ferroviário Nacional.

Há «mais de 2000 milhões de euros de investimentos em curso no âmbito do Ferrovia 2020» e o Governo garante estar determinado a concluir «todas estas obras até ao final de 2023». O Programa Nacional de Investimentos 2030 prevê 10 000 milhões de euros de investimento na ferrovia, que vão «lançar as bases do futuro Plano Ferroviário Nacional». O plano foi lançado no passado dia 19 de abri e Entre os principais objetivos destacam-se a modernização da linha ferroviária, a resolução dos estrangulamentos no acesso às áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, bem como a criação de um eixo de alta velocidade entre Porto e Lisboa. O Governo quer que o país participe e quer contar com o contributo de operadores, utilizadores, autarquias, universidades e especialistas na definição deste Plano. «A primeira fase de discussão será sem proposta do Governo», que elaborará uma proposta tendo em conta os contributos da discussão pública, e «o processo terminará com uma lei que passará no Conselho de Ministros e depois irá à Assembleia da República. Este é um dos temas em debate no programa de hoje.

A outra reflexão que foi pedida aos comentadores é sobre o Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) já entregue em Bruxelas, centrando atenções nas respostas que pode dar ao território.

Acompanhe o “Falar Claro” como habitualmente através dos 104.5 da Voz da Planície ou na nossa emissão on-line em: www.vozdaplanicie.pt.

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Abordar o Plano Ferroviário Nacional, unicamente na perspetiva, da aproximação das cidades do interior, sem que se tenha a visão da estratégia da alta velocidade para passageiros e mercadorias do Porto de Sines pela rota dos emigrantes ao centro europeu até Moscovo. É alinhar na ideia de hitler nos considerar meros pajens de libré para engraxar as botas dos do norte europeu, e em particular da raça ariana. A curta visão do P"S" e do seu ministro que mandou as tropas de choque contra os motoristas, não é mais do que proporcionar o gamanço dos milhares de milhões pela sua trupe de corruptos, deixando o povo português mais uma vês a morrer na praia, como morreram os pescadores do Olivia Ribau em 2017 a 50 metros do cais da Figueira da Foz. Quem está a dirigir o plano ferroviário, são os migueis de vasconcelos ao serviço de madrid, e com gente desta estamos condenados ao fracasso, e à perda da independência nacional.

Jose Alberto Pereira Lopes

04/05/2021

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