«O que o líder da AD não disse – e deveria ter dito – é que, nesse despacho, não foi aberta nenhuma vaga para a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA), apesar das necessidades evidentes da região.
O que o líder da AD não disse – e deveria ter dito – é que esse mesmo despacho ignora os 20.517 utentes do Baixo Alentejo que continuam sem médico de família atribuído.
O que o líder da AD também não disse – e deveria ter dito – é que, em 2024, um despacho semelhante, assinado pelo então Secretário de Estado da Saúde do governo do PS, Ricardo Mestre, abriu 16 vagas para a ULSBA. Essa medida permitiu a contratação de 10 médicos de família para os centros de saúde da região. Graças a esse reforço, vários destes profissionais estão agora a unir sinergias para criar uma nova Unidade de Saúde Familiar (USF) de tipo B no centro de saúde de Beja.
Mais uma vez, a realidade demonstra o desfasamento entre as palavras e as ações do Governo da Aliança Democrática», são críticas deixadas no mesmo documento.
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