Segundo Paulo Agostinho, a lancha rápida foi encontrada pela Polícia Marítima depois de terem sido recolhidas várias dezenas de jerricãs de 25 litros de combustível na zona do rio e da barra de Setúbal. “Até ao meio-dia já tínhamos recolhido mais de 70 jerricãs, mas temos estado a receber informação, designadamente de pescadores, de que há muitos mais espalhados pelo mar”, disse.
Paulo Agostinho admitiu ainda que a convicção da Polícia Marítima é de que a lancha rápida poderia estar envolvida numa qualquer operação de apoio logístico que não terá sido concretizada, uma vez que os jerricãs encontrados estão cheios de combustível. Questionado sobre a possibilidade de haver droga no interior da referida embarcação, o capitão do porto de Setúbal disse apenas que “ainda estão a ser feitas perícias".
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