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Política

Legislativas 2025: Comissão Nacional do PS aprova calendário eleitoral e analisa resultados

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Legislativas 2025: Comissão Nacional do PS aprova calendário eleitoral e analisa resultados

Foto: Site do PS

A Comissão Nacional do PS está convocada para este sábado, dia 24, para Lisboa, para aprovar o calendário eleitoral interno, depois do anúncio da demissão de Pedro Nuno Santos da liderança, e também para analisar os resultados das legislativas 2025.

De acordo com a convocatória, a que a agência Lusa teve acesso, o presidente do PS, Carlos César, refere que depois de Pedro Nuno Santos, após a pesada derrota do PS, convoca os membros da Comissão Nacional para esta reunião, que decorre hoje.

Da ordem de trabalhos faz parte a “análise da situação política face aos resultados eleitorais” de domingo e a “aprovação de calendários e regulamentos eleitorais”.

Entretanto, fonte próxima de José Luís Carneiro, que perdeu a disputa interna com Pedro Nuno Santos há quase um ano e meio, adiantou à Lusa que este “está a ser contactado por militantes do PS e pela sociedade civil”.

“É o momento de ouvir, ponderar e depois decidir. Está, como sempre esteve, disponível para servir o Partido Socialista e o País. Ele falará no momento oportuno”, acrescentou a mesma fonte, tendo a CNN entretanto anunciado que o antigo ministro dará uma entrevista esta noite.

O PS alcançou o terceiro pior resultado da sua história em legislativas, ficando quase empatado com o Chega, o que levou o seu líder, Pedro Nuno Santos, a apresentar a demissão um ano e meio após a sua eleição.

As eleições legislativas antecipadas de domingo, ganhas pela AD, tiveram um impacto profundo no PS e, no discurso no qual assumiu a derrota, Pedro Nuno Santos anunciou que pediu ao presidente do partido a convocação já para sábado da Comissão Nacional para que haja eleições internas, às quais não se vai recandidatar.

Segundo os resultados provisórios, e ainda sem os votos contados da emigração, o PS perdeu 20 deputados e tem, neste momento, 58 lugares no parlamento, com um resultado de 23,38%, ou seja, 1.394.491 votos.

Este é o terceiro pior resultado da história do PS em termos de percentagem, tendo a marca só sido pior apenas em 1985, com Almeida Santos, e em 1987, com Vítor Constâncio.


 


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