O Município de Odemira tem enfrentado desafios persistentes no estabelecimento de compromissos com o Ministério da Administração Interna, devido à instabilidade dos sucessivos governos. O autarca explicou que "as constantes mudanças ministeriais obrigam a reiniciar negociações sobre o reforço da GNR no concelho a cada ano, dificultando a concretização de investimentos". Hélder Guerreiro esclarece que “nós basicamente repetimos a cada Governo que vem, todos os anos, aquilo que são os compromissos que devíamos ter”
Apesar dos contratempos, o presidente afirmou, também, que um objetivo crucial foi alcançado: "o aumento do número de efetivos da GNR, que passou de 85 para cerca de 116 guardas", reaqlçando, contudo, que “a única coisa que tem, de facto, acontecido é que temos vindo a aumentar o número de efetivo de GNRs no território.”
O Município "apoia este crescimento procurando soluções de habitação para os militares, e a expectativa é continuar esta curva crescente de efetivos, visando os 130, embora reconhecendo que as colocações possam ocorrer apenas no próximo ano", avançou ainda. Mas "as infraestruturas continuam a ser um ponto de indefinição, como a prometida transferência do Comando de Destacamento para Odemira que não se materializou. Os projetos de melhoria em postos como o de São Teotónio debatem-se entre a construção de um novo quartel – para o qual foram disponibilizados terrenos sem sucesso – ou a requalificação do edifício atual, que pertence à Junta de Freguesia. Apesar destes desafios, a relação entre a autarquia e a GNR mantém-se positiva, com a realização de diversas ações conjuntas no terreno", é afirmado igualmente.
Nota: cortesia Rádio Castrense.
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