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Política

"Respostas do Governo à crise não têm medidas ambientais”

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"Respostas do Governo à crise não têm medidas ambientais”

O Partido Ecologista Os Verdes (PEV) analisou “as medidas apresentadas pelo Governo para fazer face à contínua subida da taxa de inflação e à crise social, ambiental e económica”. Diz que “as respostas reveladas não têm medidas ambientais”.  

“O Governo do Partido Socialista (PS) anuncia ação, quando na verdade despoja o Estado de rendimentos, ao mesmo tempo que deixa de fora deste programa questões fundamentais como a saúde, o clima, a produção nacional ou medidas ambientais de fundo”, diz o PEV, em comunicado.

“Quer na resposta à crise energética, quer na resposta à inflação as questões ambientais estão a ser remetidas para segundo plano, sendo este programa do Governo vazio de respostas que apontem caminhos para a diminuição efetiva da dependência energética, para a promoção da sua eficiência, ignorando um contexto favorável à mudança de paradigma em áreas fundamentais como o setor da energia, da mobilidade, da sustentabilidade ambiental ou da soberania e produção alimentar”, é sublinhado no documento.

“As medidas apresentadas são areia para os olhos. Para além de pontuais e limitadas constituem-se como uma manobra de ilusionismo social e económico, não dando resposta efetiva aos problemas que os portugueses enfrentam. Exigia-se, sim, uma resposta estrutural, que passasse desde logo pelo aumento de salários, pensões e reforço dos apoios sociais. A tendência inflacionista não pode ser combatida com o empobrecimento das pessoas e sem ter em conta os rendimentos face aos valores da inflação”, frisa este partido.

Os Verdes consideram que “na resposta à crise é urgente avançar com o aumento do Salário Mínimo para 800 euros e o aumento dos salários em geral em 80 euros/mês.  Na resposta e combate à pobreza é determinante garantir que todos conseguem o acesso a bens e serviços essenciais, como a eletricidade, o gás, os combustíveis, a habitação ou os transportes.” 

“Não menos importante, no contexto atual de degradação dos serviços e na prestação de cuidados aos utentes, é a urgência de resgatar o Serviço Nacional de Saúde (SNS), com investimento nas infraestruturas, aumentos de salários e valorização das carreiras, com mais profissionais no SNS, garantindo exclusividade, qualidade no atendimento, condições dignas de trabalho por turnos, em detrimento do financiamento e favorecimento dos privados”, é relevado, também, pelo PEV.

 



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