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Petróleo, combustíveis, gás, eletricidade e alimentos mais caros

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Petróleo, combustíveis, gás, eletricidade e alimentos mais caros

Desde que a situação de guerra no Leste da Europa começou que os aumentos no petróleo, nos combustíveis, no gás, na eletricidade e nos alimentos se têm feito sentir. No caso da alimentação, a situação de seca que o País vive tem levado, também, ao aumento dos custos de produção e consequentemente ao do preço a pagar pelo consumidor.

Comecemos pelo petróleo. Tem havido “ajustes nos preços” e isto aconteceu na passada segunda-feira. Situação que levou, igualmente, no início desta semana, à subida de dois cêntimos nos preços do gasóleo e da gasolina.

Depois de ter atingido preços recordes no final de 2021, também no gás de botija a tendência é de subida por causa do conflito armado. Os preços do gás engarrafado são livres pelo que o impacto não deve tardar a chegar ao seu bolso.

Já o gás natural funciona como a eletricidade, existindo um mercado regulado e um liberalizado onde o preço é definido pelos fornecedores de forma livre e em concorrência. Os preços são revistos de três em três meses o que pode significar um aumento para breve.

No caso da eletricidade, no mercado regulado, cujo preço é fixado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), pode haver uma atualização extraordinária trimestral, neste caso, para abril e depois em julho. Aqui o Governo pode ter uma palavra a dizer, recorrendo à produção de energia do Fundo ambiental.

Todas estas questões, ou seja a energia, a seca e a guerra condicionam o preço dos alimentos:

Isto significa que também na fatura do supermercado deverá sentir em breve o impacto da subida dos preços.

A seca severa ou extrema que Portugal vive afeta o preço da ração, assim como de sementes e adubos. E a guerra agrava ainda mais esta situação. Pois estamos a falar de dois países, Ucrânia e Rússia, que são os principais fornecedores mundiais de cereais como o milho e o trigo, o que pressiona ainda mais as cotações destes bens nos mercados internacionais.

Antes da guerra começar, a 23 de fevereiro, o diretor-geral da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), Gonçalo Lobo Xavier, dizia à Lusa que a subida dos preços estava “na ordem dos 10 por cento nalguns casos”, referindo-se aos cereais, carne, arroz, massas, entre outros produtos.

Recorde-se que já no final do ano passado houve um aumento nos preços de alimentos como o bacalhau ou várias carnes — com a exceção da carne de porco –, assim como o azeite, o pão e hortaliças.


Rádio Voz da Planície/Lusa

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