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Política

Presidente da Distrital de Beja do PSD quer Governo a "passar das intenções aos atos no distrito”

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Presidente da Distrital de Beja do PSD quer Governo a "passar das intenções aos atos no distrito”

Na rentrée política, a Voz da Planície ouviu os responsáveis dos partidos no distrito, no sentido de saber que desafios enfrenta o território e o que gostariam de ver resolvido. Gonçalo Valente, presidente da Distrital de Beja do Partido Social Democrata (PSD), diz que são “muitas as matérias em falta” e que as “expetativas de resolução são nenhumas”.


Para Gonçalo Valente “as expetativas de que sejam resolvidos os problemas - com a discussão do Orçamento do Estado para 2024 (OE2024) à porta - são muito baixas pois este Governo, de maioria absoluta, tem deixado o distrito abandonado”.

Neste contexto acrescentou que este “novo ano político, que começa agora e se prolongará até julho de 2024, será para continuar a pedir e a reivindicar as respostas há muito aguardadas, principalmente nos projetos de maior dimensão, ou seja, na ferrovia e rodovia”.

Nestes meses em que a atividade política volta a fazer-se sentir com mais intensidade, Gonçalo Valente espera que “a visão do Governo para o distrito de Beja seja alterada” e que “finalmente lhe dê condições para se desenvolver, entendendo de uma vez que a coesão territorial é fundamental para que não tenhamos um País a velocidades diferentes, que bem se nota se compararmos o Litoral com o Interior”.

No distrito de Beja, que Gonçalo Valente chama de “joia baça que só precisa de algum brilho” diz que continuam a faltar respostas, igualmente, na “saúde, na ação social, nos imigrantes, áreas em que os problemas se têm agravado e sem resoluções à vista”.

O presidente da Distrital de Beja do PSD assegura que falta “pensar o distrito, ter estratégia para o mesmo, assim como planeamento, no sentido de se ter para este território uma discriminação positiva para que o Baixo Alentejo se recupere e evolua como se pretende”.

Gonçalo Valente falou, ainda, “da necessidade de se fazer uma gestão adequada da água com um olhar particular para os agricultores, especialmente os que se dedicam à produção de sequeiro, que devido à seca e à falta de estratégia na utilização deste bem precioso correm o risco de desaparecer”.

Para o presidente da Distrital de Beja do PSD este novo ano político será “apenas mais um de queixas e de boas intenções por parte do Governo”, que acredita “não se concretizarem, uma vez mais nos próximos meses, reservando alguns aspetos para o período de aproximação de 2025, altura de eleições autárquicas”.


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