Voltar

Política

Reunião irregular, denuncia PCP da Vidigueira

Política

Reunião irregular, denuncia PCP da Vidigueira

Foto: pcp

Os vereadores do PCP na Câmara Municipal de Vidigueira denunciam a realização irregular da reunião do executivo municipal realizada na passada semana..

Em causa está o incumprimento das normas regimentais, nomeadamente a falta de envio da ordem do dia e da documentação de suporte com a antecedência mínima legal de dois dias úteis, o que, segundo o PCP, coloca em causa a legalidade das deliberações tomadas.

De acordo com os vereadores comunistas, este procedimento viola igualmente o Estatuto do Direito de Oposição, ao limitar a participação informada dos eleitos da oposição e os princípios de transparência e funcionamento democrático dos órgãos autárquicos.

Entre os assuntos discutidos na reunião estiveram o Mapa de Pessoal para 2026, documentos para discussão orçamental, a suspensão do programa Vidigueira Mais Inclusão, o cancelamento de pagamentos no âmbito do apoio ao arrendamento para famílias carenciadas, bem como a atribuição de apoios financeiros e isenções de taxas ao movimento associativo do concelho.

Os vereadores do PCP afirmam ter alertado para a situação no início da reunião e defendido o seu reagendamento, proposta que não foi aceite pelo presidente da Câmara, tendo a reunião prosseguido apesar das irregularidades apontadas.

Perante este cenário, os eleitos do PCP abandonaram a reunião e exigem agora o reagendamento do encontro, com cumprimento integral do regimento, para permitir uma discussão responsável dos assuntos em causa.

O Partido Social Democrata emitiu uma nota política, subscrita pelo deputado Gonçalo Valente, na qual critica a actuação do Partido Socialista relativamente à audição da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo na Assembleia da República.

De acordo com o PSD, o PS optou por chamar a audição um vogal da CCDR Alentejo, em vez do presidente da instituição, decisão que o partido considera politicamente motivada. Segundo a nota, o vogal chamado é o único membro da Comissão Executiva do Programa Regional Alentejo 2030 que não foi indicado pelo Partido Socialista.

O deputado Gonçalo Valente acusa o PS de evitar o escrutínio político dos seus responsáveis e defende que deveria ter sido ouvido o presidente da CCDR Alentejo, juntamente com os membros do Governo, para um esclarecimento completo da situação.

Na nota, o parlamentar social-democrata afirma que o PSD não receia o escrutínio parlamentar e recorda que, no passado, promoveu a audição de membros do Governo e da Infraestruturas de Portugal, por considerar prioritária a defesa dos interesses da região.

O PSD apela ainda à audição do presidente da CCDR Alentejo, defendendo que o processo seja analisado com transparência na Assembleia da República, e questiona a posição da Federação do Partido Socialista do Baixo Alentejo quanto ao apoio a uma eventual candidatura à presidência daquela entidade regional.


PUB
PUB
PUB
PUB
PUB

18.ª Gala de Mérito Escolar do Crédito Agrícola Mútuo do Alentejo Sul

Música

Vencedores dos Grammy anunciados hoje com dois portugueses nomeados

Acabou de tocar...

BEJA meteorologia
Top
Este site usa cookies para melhorar a sua experiência. Ao continuar a navegar estará a aceitar a sua utilização.