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Sociedade Greve

Trabalhadores da Misericórdia de Serpa em greve. Exigem pagamentos em falta

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Trabalhadores da Misericórdia de Serpa em greve. Exigem pagamentos em falta

Foto: Movimento em Defesa do Hospital de São Paulo

Os trabalhadores da Santa Casa da Misericórdia de Serpa estão hoje, dia 17 de outubro, em greve e promovem uma concentração/protesto, às 11h00, no Largo de São Domingos. O Sindicato de Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Ilhas marcou esta ação e frisa, através do dirigente Alcides Teles, que "há um plano de pagamentos aprovado, no que se refere aos trabalhadores, que contempla os valores em falta até fevereiro deste ano, em três anos, mas não há compromisso para pagar o subsídio de férias de 2025, nem o subsídio de Natal, ou seja, os retroativos deste ano".

Esta greve com protesto/concentração acontece na altura em que a Santa Casa da Misericórdia de Serpa divulga que “conseguiu a homologação por parte do tribunal para traçar uma linha de estratégia com vista à necessária estabilidade principalmente para os trabalhadores e para os cuidados aos utentes", pode ler-se na edição da passada semana do "Diário do Alentejo". Lembramos que o processo especial de revitalização (PER) referente à Santa Casa da Misericórdia de Serpa (SCMS) foi apresentado, e homologado, no passado mês de agosto.

Recordamos que a SCMS conta com 190 funcionários com vínculo contratual e cerca de 40 prestadores de serviços, “essencialmente, enfermeiros e médicos”, e com 102 utentes em estrutura residencial para pessoas idosas, cerca de 45 em serviço de apoio domiciliário e 10 em centro de dia.

O dirigente sindical, Alcides Teles, esclarece que "no plano de pagamentos", reitera, "até fevereiro de 2025", o montante "destinado aos trabalhadores é superior a 200 mil euros, mas mesmo assim um valor calculado por baixo, pois as contas não foram bem feitas".

"Em média, cada trabalhador tem entre mil a cinco mil euros em dívida, para receber de forma faseada em três anos". A tudo isto, acrescentou Alcides Teles, já "estão as contas depois de fevereiro de 2025 e o subsídio de Natal de 2024, que continua em dívida. Foi preciso utilizar meios mais severos de protesto porque a Misericórdia, apesar da iniciativa realizada no passado mês de setembro, continua a dizer que não há dinheiro e os trabalhadores assim não podem continuar".

Nota: fotografia ilustrativa e de outro protesto.


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