Termina hoje, dia 15 de fevereiro, a situação de calamidade decretada pelo Governo para 68 concelhos. As depressões Kristin, Leonardo e Marta, fizeram 16 vítimas e provocaram muitas centenas de feridos e desalojados, com especial incidência no centro do país, mas também com várias ocorrências em todo o Alentejo. "A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o encerramento de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal".
Na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, desde 28 de janeiro já morreram 15 pessoas em Portugal, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados. Cerca de 1.200 pessoas de várias regiões de Portugal continental encontram-se hoje deslocadas das suas habitações como “medida preventiva” devido aos efeitos do mau tempo, sobretudo inundações. A Proteção Civil contabilizando 12.477 ocorrências desde o dia 1 de fevereiro e as regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
A depressão Marta agravou a situação do abastecimento de energia em Portugal, deixando mais de 100 mil pessoas sem luz entre a manhã e a noite de ontem. Segundo informação da E-REDES na madrugada de sábado, estavam 56 mil clientes sem luz na zona da depressão Kristin (que derrubou uma centena de postes de eletricidade), mas às 19:30, com a depressão Marta, o número de clientes sem luz era de 124 mil na zona da depressão Kristin (distritos de Leiria, Santarém, Castelo Branco e Coimbra maioritariamente). Em todo o território continental, esta noite estavam sem eletricidade um total de 167 mil clientes, segundo a E-REDES. O Alentejo também é uma das regiões mais afetadas.
Um fenómeno de ventos extremos arrancou hoje, dia 13 de novembro, a cobertura metálica do centro cultural em Gomes Aires, no concelho de Almodôvar, provocando danos em telhados, sem causar feridos e desalojados, disse fonte da Proteção Civil. Fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo indicou à agência Lusa que a ocorrência causou danos sobretudo nos telhados das casas situadas na rua do centro cultural e também em cabos elétricos, nesta localidade do distrito de Beja.
A localidade de Porto Peles, na freguesia de Nossa Senhora das Neves, no concelho de Beja, foi abalada esta manhã por um fenómeno meteorológico extremo (mini tornado). Sem registo de feridos, o mini tornado provocou a queda de árvores e problemas em coberturas de habitações, sendo que o telhado mais danificado é o de uma casa não habitada. Não há desalojados, avança a Câmara de Beja, através da sua responsabilidade de Proteção Civil.
Uma mulher, de 88 anos, e um homem, de 50 anos, ficaram ontem, dia 2 de abril, desalojados na sequência de um incêndio na sua habitação em Vila Nova de São Bento, no concelho de Serpa, revelou fonte da Proteção Civil.
Um homem e uma mulher, de nacionalidade estrangeira, ficaram ontem, dia 10 de fevereiro, feridos e desalojados na sequência de um incêndio na sua habitação em Vale de Vargo, no concelho de Serpa, distrito de Beja, revelou fonte da Proteção Civil.
Um incêndio numa habitação em Salvada, no concelho de Beja, provocou sete desalojados, um dos quais sofreu ferimentos ligeiros, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil.
Sete homens ficaram hoje desalojados após um incêndio ter deixado a casa onde residiam, em Cuba, sem condições de habitabilidade, informou fonte da Proteção Civil.
Um casal ficou desalojado após um incêndio na sua habitação, na União das Freguesias de Garvão e Santa Luzia, no concelho de Ourique (Beja), disse fonte da Proteção Civil.
Duas pessoas ficaram hoje desalojadas na sequência de um incêndio na habitação onde residiam em Rio de Moinhos, no concelho de Aljustrel, disse fonte dos bombeiros.
Os oito trabalhadores agrícolas de nacionalidade nepalesa que ficaram hoje sem casa após um incêndio, em Cavaleiro, no concelho de Odemira (Beja), foram realojados pelas empresas locais, revelou fonte da Proteção Civil.
Oito trabalhadores agrícolas de nacionalidade nepalesa ficaram hoje desalojados devido a um incêndio ocorrido na casa onde residiam, em Cavaleiro, no concelho de Odemira (Beja), cujo rescaldo já terminou, revelaram à agência Lusa os bombeiros.
© 2026 Rádio Voz da Planície - 104.5FM - Beja | Todos os direitos reservados. | by pauloamc.com