A Coordenadora das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano concluiu que "a recente situação da obrigatoriedade, para qualquer utente, de telefonar para a linha SNS24 para ser atendido nos serviços de Urgência", que representa "uma gravidade acrescida para as grávidas, que necessitam muitas vezes de percorrer diversas maternidades, para realizarem o respetivo parto. Esta forma de atuar do Ministério da Saúde, bem como do Governo, é um impedimento que não vai resolver problema algum."
A primeira campanha de vacinação gratuita contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) já arrancou e vai proteger cerca de 62 mil crianças contra doença grave e hospitalização, segundo o Ministério da Saúde.
A Ordem dos Médicos garantiu hoje que a nova proposta para a composição das equipas de urgência de ginecologia e obstetrícia não reduz os profissionais de saúde e disse que há serviços a funcionar há anos com estas regras.
O anúncio dos possíveis encerramentos dos serviços de urgência de Ginecologia e Obstetrícia e de blocos de partos de todo o País, a partir de março de 2023, constitui “grave retrocesso”.
Má qualidade do atendimento, problemas com consultas e falta de medicamentos entre os principais motivos de reclamação dos utentes, no que se refere aos hospitais e às maternidades.
A falta de especialistas nos hospitais públicos pode obrigar ao encerramento de maternidades, admitiu esta semana o coordenador da comissão de acompanhamento da resposta de urgência em obstetrícia, que pretende entregar o documento final até ao fim do mês.
Acaba de sair um documentário sobre o trabalho desenvolvido pela Associação de Defesa do Património de Mértola (ADPM) numa pequena vila na província de Nampula, norte de Moçambique. Em Monapo, 20 anos depois, é possível “ver como o trabalho desenvolvido durante duas décadas mudou a face deste território a vários níveis”.
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