O exercício NATO Tiger Meet 2025 reúne na Base Aérea N.º 11, em Beja, até dia 3 de outubro, "1.700 militares e 12 países presentes, entre eles Espanha, França, Alemanha, Reino Unido, Itália, Polónia e Suíça". NATO e Força Aérea Portuguesa, juntos nesta organização, "promovem um dos mais relevantes exercícios aéreos do Mundo, com o objetivo de treinar e validar a capacidade das forças participantes para operar, de forma coordenada, em teatros de operação internacionais", revela a "Prensa Latina".
O Partido Socialista (PS) questionou a ministra da Administração Interna no parlamento sobre a alegada falta de cinco helicópteros de combate a incêndios no País, foi divulgado.
A Direção Regional do Alentejo (DRA) do PCP reafirma o seu objetivo de "reforço das posições da CDU nos diversos órgãos autárquicos". Avança, também, que a "apresentação de candidaturas a todos os órgãos municipais e de freguesia" vai ser "alargada nas próximas semanas com a conclusão do processo de constituição de listas, de prestação de contas, de elaboração participada dos programas eleitorais, de ligação aos trabalhadores das autarquias, de contactos com o movimento associativo e outras entidades locais".
O dispositivo de combate a incêndios rurais foi reforçado para entrar na sua capacidade máxima, passando a estar no terreno em permanência 11.161 operacionais e 69 meios aéreos, menos sete do que os previstos pela Proteção Civil.
Autarcas do distrito de Beja exigem "a colocação urgente de dois helicópteros bombardeiros ligeiros de combate a incêndios nos heliportos de Moura e de Ourique, como estava previsto no Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (Decir) 2025", segundo a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL). Neste documento, a CIMBAL lamenta que, "apesar da previsão inicial, estes meios aéreos não tenham sido disponibilizados no mês de junho".
Um incêndio deflagrou hoje numa área florestal do concelho de Aljustrel, distrito de Beja, com o combate às chamas a mobilizar, às 15:30, quase 100 operacionais, apoiados por 31 veículos e seis helicópteros, informou a Proteção Civil.
"Multiplicam-se as razões para que povo do Baixo Alentejo se sinta abandonado pelo governo de Portugal. Não bastavam já os constrangimentos semanais que impedem o normal acesso dos cidadãos ao serviço de urgência no Hospital de Beja, agora também nos foram retirados os dois meios aéreos de combate inicial a incêndios, instalados nos heliportos de Ourique e Moura", diz o comunicado enviado à nossa redação.
O combate aos incêndios rurais conta atualmente com 67 meios aéreos, menos nove do que as aeronaves previstas para esta fase do dispositivo, indicou à Lusa a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANPEC).
A falta de meios aéreos para combate aos incêndios rurais nos concelhos de Grândola, Ourique e Moura preocupa os autarcas dos três municípios alentejanos, que apelaram a uma solução urgente para dar resposta às populações.
O Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL) reuniu-se, no passado dia 17. Neste encontro o Comandante Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo, José Horta, fez a apresentação do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais 2024.
"Vivemos hoje tempos sombrios. Há uma guerra na Europa que ameaça transformar-se num conflito mundial e, mas do que isso, numa catástrofe nuclear global", salienta Carlos Lopes Pereira, jornalista, na crónica que ouviu hoje, dia 29 de fevereiro, na manhã informativa da Voz da Planície e que pode ler, ou voltar a ouvir, aqui.
A Força Aérea Portuguesa organiza o exercício europeu multinacional HotBlade 2023 (HB2023) a partir de hoje, e até 21 de junho, na Base Aérea N.º 11 (BA11), em Beja, no âmbito do Helicopter Exercise Programme, da Agência Europeia de Defesa (EDA).
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