Conceição Margalha, presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA), fala em “desilusão”, referindo-se às vagas indicadas como carenciadas para o Hospital de Beja. Ana Matos Pires, coordenadora do Plano Regional de Saúde Mental, espera que ainda possam vir a existir vagas para Psiquiatria.
“O Ministério da Agricultura anunciou que os beneficiários da Política Agrícola Comum (PAC) poderão candidatar-se para receber o adiantamento de uma parte das ajudas a que têm direito. Mas, mais uma vez, complicou a vida aos agricultores”, diz a Confederação Nacional da Agricultura (CNA).
“O Ministério da Agricultura anunciou o pagamento excecional de 500 milhões de euros do Pedido Único de 2022 para o final do mês de junho, um valor que os agricultores já iriam receber em outubro mas que será antecipado”, refere em comunicado a Distrital de Beja do Partido Social Democrata (PSD), dizendo que esta é “uma resposta pouco relevante”.
A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) tem seis vagas atribuídas: uma para Anestesiologia, uma para Imuno-hemoterapia, uma para Medicina Interna, uma para Neurologia, uma para Urologia e mais uma para Saúde Pública.
A ministra da Agricultura e Alimentação visitou a Feira de Garvão. No certame anunciou apoios aos agricultores e a ligação da Barragem do Roxo à do Monte da Rocha.
No âmbito das medidas excecionais comunitárias de apoio à agricultura, na sequência da guerra na Ucrânia, a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) apela a que o Governo proponha à Comissão Europeia, uma alteração da sua anterior decisão relativamente à transferência de verbas do segundo para o primeiro pilar da Política Agrícola Comum (PAC) de 18 para 30 por cento.
A riqueza criada pela agricultura ascendeu a três mil milhões e meio de euros em 2021, valor que está em queda desde os anos 80, década em que gerava mais do dobro da riqueza atual, segundo dados compilados pela Pordata.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) defendeu esta semana que as medidas anunciadas pelo Governo para mitigar a escalada energética resolvem apenas uma “muito pequena parte” dos aumentos, pedindo a criação de tetos máximos.
A Distrital de Beja do Chega foi a votos no passado dia 2. A lista A, encabeçada por Ana Moisão e a única que foi a votos, obteve 97,34 por cento da votação, é revelado na nota de imprensa enviada à nossa redação. Resultados de um universo de 32,2 por cento de participação e 67 por cento de abstenção é também referido no documento.
As três distritais do PSD no Alentejo acusaram o Governo de fazer “propaganda” com as anunciadas medidas de apoio aos agricultores devido à seca, que consideram insuficientes e desadequadas às necessidades do setor.
As empresas portuguesas de rações, que registavam um aumento contínuo dos custos das matérias-primas desde 2021, estão a braços com preços “loucos” face à guerra na Ucrânia e anteveem impactos em toda a cadeia alimentar.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) diz que são insuficientes as medidas para mitigar efeitos da seca e escalada dos custos de produção
A chuva tem caído nestes dias, mas a seca - que se vive desde outubro de 2021 - já provocou danos em muitas explorações agrícolas. Nos últimos meses os agricultores têm pedido ajuda aos governantes. E esta semana, a ministra da Agricultura deixou claro que os apoios só vão chegar com o novo Governo, que deverá tomar posse no final deste mês.
A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) enviou ao primeiro-ministro, António Costa, um pedido de reunião urgente para que sejam adotadas medidas para mitigar o impacto da seca e apresentou um conjunto de 30 propostas.
O ex-presidente da Câmara de Vidigueira Manuel Narra foi hoje condenado por peculato a uma pena de cinco anos de prisão, suspensa sob a condição de devolver ao município a quantia que recebeu indevidamente em ajudas de custo.
O ex-presidente da Câmara de Vidigueira Manuel Narra conhece hoje a decisão do Tribunal Judicial de Beja relativa ao processo em que é acusado de um crime de peculato de uso e outro de falsificação de documento.
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) diz que medidas anunciadas para combater a seca não respondem de forma eficaz às grandes dificuldades que os agricultores estão a enfrentar. Depois de se ter ido a Bruxelas “negociar” apoios, para a agricultura portuguesa minimizar os efeitos da seca, “a montanha pariu um rato”.
O presidente da Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA) considera que são “pequenos paliativos” as medidas anunciadas pelo Governo para combater efeitos da seca na agricultura. Diz que deveriam ser cobertos por seguros de colheitas.
O Governo está a preparar uma linha de crédito à tesouraria e apoio aos custos com a eletricidade no setor agrícola e pecuário para mitigar o impacto da seca. A Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA) diz que estas medidas são curtas” e no caso de continuar sem chover pede “apoios diretos” e uma "equipa no novo Ministério da Agricultura capaz de os implementar", assim como de "encontrar, com os homens da terra, respostas para as dificuldades."
A Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL) reuniu-se e definiu 12 medidas urgentes para mitigar os efeitos da seca nos municípios do distrito de Beja que a integram. Propostas para serem enviadas ao novo governo da nação e que têm como propósito resolver os problemas com os quais a agricultura e agropecuária se deparam.
O Instituto do Mar e da Atmosfera (IPMA) classifica a seca no distrito de Beja de “extrema”. Associação de Agricultores do Campo Branco (A.A.C.B.) e “homens da terra” fazem o retrato do impacto da falta de chuva. Sublinham que “se não chover nos próximos 15 dias, pastagens e culturas outono/inverno estão perdidas” e “sem ajudas extraordinárias, as explorações de sequeiro não vão sobreviver”.
No seguimento do recente comunicado do IPMA relativamente à seca em Portugal, que classifica de “situação complexa”, a Federação de Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA) manifesta a sua “grande preocupação relativamente à agricultura de sequeiro, à pecuária extensiva e também à falta de reservas hídricas, quer para o abeberamento animal, quer para o regadio.”
O antigo presidente da Câmara de Vidigueira Manuel Narra começa hoje a ser julgado, em Beja, por um crime de peculato e outro de falsificação de documento, por alegadamente ter recebido ajudas de custo indevidas.
A AHRESP apela a que “o reforço dos apoios seja atribuído de forma simples e direta às empresas já afetadas por cancelamentos e quebras abruptas de faturação, com a máxima brevidade possível". Hoje ouvimos uma empresária da noite, em Beja, que fala sobre a sua experiência neste tempo de pandemia, confirmando as “quebras brutais na faturação” que se fazem sentir e a pedir apoios para o período de 2 a 9 de janeiro de 2022 em que são obrigados a ter as portas fechadas.
Terminada a 2ª fase de consulta pública do PEPAC – Plano Estratégico da Política Agrícola Comum, a CNA – Confederação Nacional da Agricultura frisa que neste plano que visa a “distribuição dos apoios da PAC aos agricultores nacionais entre 2023 e 2027, não é colocada a “agricultura familiar no centro da tomada de decisões para o setor”.
As associações de regantes alertam para a crise eminente no setor agrícola devido à subida dos custos com a energia. As comercializadoras preparam-se para triplicar o preço da eletricidade, o que poderá levar à subida do preço dos produtos agrícolas é a advertência que deixam, pedindo apoios aos Governo para evitar esta situação.
Os agricultores do Campo Branco, concelhos de Castro Verde e Almodôvar e parte dos de Aljustrel, Mértola e Ourique, estão a sentir dificuldades provocadas pelo aumento dos combustíveis, que encarecem os custos dos fatores de produção e pelo ano agrícola menos bom que esperam devido à falta de chuva, pois aqui a influência do clima é acentuada. De tudo isto falam os agricultores António Tomé e Teresa Mestre.
A GNR já concluiu, em todo o território nacional e no âmbito do policiamento comunitário, a Operação Censos Sénior 2021. São 3411 os idosos que foram identificados, a viver sozinhos e/ou isolados, no distrito de Beja. A Voz da Planície saiu à rua e foi conhecer a história de vida de uma pessoa que vive sozinha em Beja e a de instituições que apoiam idosos nestas circunstâncias.
A candidatura do PS à Câmara de Beja, nas autárquicas 2021, que tem como cabeça de lista Paulo Arsénio, já fez a apresentação do compromisso que assume com os munícipes para o quadriénio 2021-2025. Paulo Arsénio realçou que este é “um programa “ambicioso e realista”, com “82 propostas”, que resulta de “uma vasta auscultação e de ideias dos candidatos”, de “continuidade” e com “novas medidas”.
A Confederação Nacional dos Agricultores denuncia, em comunicado, uma política do Governo de concentração de propriedade, que pretende “tirar aos pequenos para dar aos grandes”. Em causa está o direito à propriedade, com a futura criação de uma lei que permite retirar propriedades de pequenos proprietários rurais para entregar a grandes interesses económicos.
A Câmara Municipal de Moura inaugurou, no passado dia 7, o Balcão da Inclusão, um espaço de atendimento que tem como missão a informação e mediação especializada e acessível às pessoas com deficiência e/ou incapacidade, suas famílias, organizações e outros que intervêm nesta área.
A Confederação Nacional da Agricultura, com as suas filiadas e com centenas de agricultoras e agricultores, esteve em Lisboa, dia 14, a lutar por uma PAC “mais justa e solidária” que “defenda a agricultura familiar” e um “mundo rural vivo”.
O ex-presidente da Câmara de Vidigueira Manuel Narra e candidato às autárquicas 2021, por um movimento independente, foi acusado, pelo Ministério Público, pela alegada “prática de um crime de peculato de uso” e de “um crime de falsificação de documento”. A Câmara de Vidigueira decidiu, entretanto, constituir-se como assistente neste processo judicial. A Voz da Planície tentou chegar à fala com Manuel Narra e com a Câmara Municipal de Vidigueira para os ouvir sobre estas matérias, mas não foi bem-sucedida.
O plano de desconfinamento está aí, mas “os pequenos negócios, que caraterizam o tecido empresarial da região, no que se refere aos restaurantes, cafés e pastelarias, estão endividados e muitos sem capacidade de reabrir”, diz João Rosa, da Associação do Comércio, Serviços e Turismo do Distrito de Beja. João Rosa afirma mesmo que “as situações de desemprego vão aumentar nos próximos 2 a 4 anos.”
A CNA, em reunião do Ministério da Agricultura, apresentou algumas reclamações, entre elas, o combate à especulação de preços, o apoio pela perda de rendimento e alargamento do prazo de candidaturas ao PU 2021 e propôs algumas soluções.
Governo concede apoio excecional à família, à semelhança do primeiro confinamento, devido à interrupção das aulas, no entanto, este apoio não é acumulável com outras ajudas financeiras no âmbito da Covid-19.
Depois de um ano de 2020 bastante difícil para os Agricultores, principalmente os pequenos e médios, as perspetivas para 2021 são tudo menos positivas e o ano começa da pior maneira. O novo confinamento obrigatório veio, mais uma vez, encerrar uma das principais fontes de escoamento da produção da Agricultura Familiar, diz a nota de imprensa da CNA enviada à nossa redação.
A CNA reafirma que será necessário adotar medidas eficazes, pelo Ministério da Agricultura e pelo Governo, para acudir às acrescidas dificuldades da Produção Nacional e da Agricultura Familiar, que alimentam o país com produtos saudáveis, sustentáveis e de proximidade.
"O Governo tenta esconder a grave crise que milhares de pequenos e médios agricultores atravessam, e que tende a agravar-se, face à evolução da pandemia e das medidas insuficientes para a controlar", afirma a CNA na nota de imprensa enviada à nossa redação. Refere-se a CNA à forma como a situação da agricultura foi apresentada "no âmbito da discussão do Orçamento do Estado para 2021 na Assembleia da República, ao ensaiar da já velha teoria do «oásis», por parte da ministra.
O Ministério da Agricultura revela que pagou, a título de adiantamentos, no âmbito do Pedido Único 2020 (PU2020), 552 milhões e 800 mil euros aos agricultores portugueses. “Estes pagamentos foram feitos por forma a responder aos impactos da pandemia COVID-19 e minimizar os seus efeitos”, frisa a tutela.
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